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As músicas que me fazem suspirar

Sou uma romântica sem correção, já aceitei isso. Sou dessas pessoas que gostam de se torturar no domingo à noite, vendo aqueles filmes de romance bem clichês mesmo, só pra chorar rindo no final. Que pega um livro do Nicholas Sparks pra ler e, mesmo sabendo que a fórmula de todos é a mesma, mesmo sabendo que nem é tão bom assim, me apaixono pelo amor impossível dos personagens. E quando escuto uma música então? Crio clipes e histórias para a música, na cabeça. Tento imaginar o que o autor estava pensando e sentindo quando escreveu a música, e como deve ser cantá-la na frente de multidões. Suspiro de e por alegria, paixão, delicadeza e simplicidade. 

E foi disso que vim falar aqui hoje, das músicas que, quando ouço, arrepio toda, suspiro, encho os olhos de lágrimas e canto com todo o ar dentro de mim. Todo mundo tem músicas desse tipo, e esse é meu TOP 5, vamos lá morrer um pouquinho?

5. Luz dos Olhos - Nando Reis

 "Pinta os lábios para escrever, a sua boca é minha..."
Ai gente, vou confessar: não sou a maior fã de Nando Reis não. Na verdade, nunca parei pra pensar nele direito, então nem gosto muito. Mas quando escutei essa música, foi como morrer dez mil vezes e voltar. Sabe quando você tá passeando pelo youtube e de repente encontra A música perfeita para ser cantada por um futuro interesse romântico pra você? Então, Luz dos Olhos é essa música. Fica ai a dica amigxs. 

4. 505 - Arctic Monkeys
 
"But I crumble completely when you cry!"
Não tinha como faltar Arctic Monkeys nessa lista, afinal, quem causa mais suspiro nas menina que Alex Turner, seu - recente - cabelo de gel e cosplay do Agostinho?? hahaha!
Sempre que escuto 505, dá vontade de sair gritando e dançando pelo quarto, e crio aquele filminho na minha cabeça, seguindo a letra da música. Sério gente, essa música é ou não é uma cena perfeita de um livro?
tá pra nascer pessoa mais sexy

3. Always In My Head - Coldplay
"This I guess, Is to tell you you're chosen, out from the rest"
Além do óbvio fato de que Coldplay é Coldplay, essa música do último CD deles me faz sentir coisas maravilhosas. Me faz querer deitar de noite num campo aberto e ficar olhando pras estrelas, numa noite quente. E me faz suspirar, muito muito muito mesmo! Se eu escrevesse ou dirigisse uma rom-com, essa seria a música que viria naquela cena em que os personagens principais estão andando de mãos dadas, comendo sorvete e contando seus segredos um pro outro. 

2. Wicked Game - Three Days Grace
" I never dreamed that i'd meet somebody like you, I never dreamed that i'd lose somebody like you"
Nossinhora me segura que eu vou desfalecer.
Essa versão do Three Days Grace é ainda melhor do que a original e, desde que ouvi, sempre fico meio sentida quando escuto. Foi em uma das únicas e melhores fanfics que já li, na minha época doida de fanfic. Ela chamava - ainda chama, mas a autora não atualiza tem anos, então já até perdi as esperanças de um final digno - Bite Me, e era uma fanfic interativa de Buffy. SIM, BUFFY (já falei sobre minha pequena adoração pela série aqui no blog). Tem como ficar melhor? Sim, tem, tem muito. Super recomendo essa história, na verdade, mesmo sem estar finalizada. Sério, leiam. E quando chegar a parte em que Wicked Game aparece, chorem e gritem comigo, porque essa música é boa demais.

1. Landfill - Daughter
"Then leave me in the rain, wait until my clothes cling to my frame;
Wipe away your tear stains, thought you said you didn't feel pain"
Landfill tem uma das letras mais bonitas que já ouvi, um misto de sinceridade e delicadeza que não tem como não se comover e se identificar com as palavras. Tem um clima meio decepção-coração partido-frio-neve-inverno-norte, lindo e maravilhoso. Perfeita para ouvir quando você quer se lamentar por qualquer coisa, hahaha! Descobri por acaso em uma playlist do Spotify, mesmo já tendo escutado outras músicas da banda, e se tornou a favorita na hora do suspiro. 

0.5 (bônus).  Infinity - The XX

"I can't give it up, to someone elses touch"
NU, peguei pesado agora. Infinity é uma das músicas de The XX que me fazem querer fechar os olhos e dançar lento com alguém. A vibe da banda é uma das minhas preferidas e essa música é uma das coisas mais agradáveis que já escutei. Não sei explicar direito o que acontece mas, ouve aí, e vê se você consegue me entender, hahaha!

tipo assim, sabe? hahaha!
 Esse foi meu TOP 5 de músicas que me fazem suspirar muito, mas quero saber de vocês! Quais as suas músicas que te trazem essa sensação estranha que a gente nem consegue explicar direito? Deixa ai nos comentários e vamos ser melancólicos juntos!
Suspiremos.

Lançamentos - Demi Lovato, Bon Iver e Zach Braff

Oi gente, como vão?
Hoje vim aqui para falar que A-M-E-I esse clipe novo da Demi Lovato! "Really Don't Care" é o 4º single do seu álbum, "DEMI" e, desde que escutei todas as músicas, essa estava entre as minhas favoritas. Tem Cher Lloyd, tem Perez Hilton, tem Travis Barker, tem put one finger in the air, tem Demi vingadora, tem Demi really não ligando com seu namorado (será que agora vai???SERÁ???) Wilmer Valderrama e,  para a alegria dos fãs, tem clipe superultramegapower tapa na cara das inimigas.
Cata aí o clipe:


Parte do clipe foi gravado na "LA Pride", a parada gay que aconteceu no último mês em Los Angeles, e Demi traz sua mensagem positiva-defensora-dos-direitos-humanos-de-sempre: "Vocês aí não tem que odiar nada, porque o Deus que eu acredito, ama todo mundo!". You go Demi!

Outra notícia que fiquei sabendo há 10 minutos atrás, e me fez ficar muito feliz: Bon Iver acaba de lançar música nova, depois de três (TRÊS) (3) (III) anos!!!! Vocês tem noção disso? Eu simplesmente amo Bon Iver e toda essa coisa taciturna e misteriosa-do-mato que eles têm, amo escutar quando to precisando pensar na vida e, desde que conheci a banda (a música Roslyn, de Lua Nova; olha ai, vampiros que brilham não são tão inúteis assim viu!), escutar Bon Iver vem se tornando um ato terapêutico pra mim. Tem romance perdido, não correspondido, que não deu certo. E sempre com aquela pegada que te faz pensar no inverno (Bon IVER, hihihi), na chuva, numa casinha de campo e chocolate quente. Amo, amo e amo.
A música se chama "Heavenly Father" (clique aqui para escutar), e vai fazer parte do filme novo do Zach Braff, "Wish I Was Here". Tudo que eu sei sobre esse filme novo é que tem a Kate Hudson, Zach Braff como ator, produtor e diretor (ufa!!), Jim Parsons e que tem a trilha sonora bem indie. Além de  duas músicas de Bon Iver - vai ter "Holocene" gente!!!- , também vai ter The Shins, Coldplay e Cat Powers. "Wish I Was Here", sem tradução ainda pra português, "conta uma engraçada, emocionante e universal história sobre como é ser pai, marido e filho ao mesmo tempo". É, essa sinopse não fala muito sobre o filme, mas já tem trailer (sem legendas). Olha aí:

 

Alguém tem dúvida que essa trilha sonora vai ser demais? Eu não, e já quero ver esse filme tipo assim, pra ontem! E vocês?

P.S.: omg, mudei o layout, finalmente! To gostando muito desse e, segundo meu TOC por mudar o estilo do blog sempre, desse jeito que ficou já me garante pelo menos seis meses sem ataques de blogueira maluca do html hahahaha! Gostaram?

Resenha: "Estilhaça-me", de Tahereh Mafi

Oláaaaaa nação. Hoje venho com a resenha de um livro que, para falar o mínimo, me deixou sem ar. Li em menos de 3 dias e já estou me matando para comprar a continuação. Espero que vocês leiam e, se já leu, me fala nos comentários o que achou!

Estilhaça-me 
Autor: Tahereh Mafi
Editora: Novo Conceito
Sinopse oficial:
Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.

BOM, o que falar dessa série que mal conheço mas já amo? Tenho que admitir: demorei um tempão pra pegar Estilhaça-me e ler de verdade, puro preconceito por essa capa, porque vamos combinar né? Que raios de capa é essa? Sempre via a versão americana nos blogs gringos e, né, bem melhor. Sim, muitas vezes eu escolho o livro pela aparência. Sei lá, acho que uma das principais coisas que fazem o livro ser atraente é a capa e, muito antes da sinopse ou os comentários de outros autores na própria capa, é a primeira coisa que nos convence (normalmente) a comprar um livro. E não consigo descrever o tanto que me arrependi por ter ficado nesse preconceito bobo.

Imagine que você, uma adolescente, em seus 17 anos de vida, nunca tenha tocado alguém. Não porque você não queira, mas pelo fato de que sempre que encostam em sua pele, algo muito ruim acontece ao outro, como se estivessem quebrando-se despedaçando-se estilhaçando-se. Toda a escola, a cidade e até mesmo seus pais tem medo de você, e te excluem como se estivesse com uma doença altamente contagiosa. Até que um dia, decidem te prender em uma cela do governo, por 264 dias. Sem ninguém por perto, sem ver a luz do dia por muito tempo sozinha sozinha sozinha. Essa é Juliette, nossa protagonista com super poderes, que sempre achou o mesmo que todos dessa sua "habilidade": uma doença.
Com um começo meio caótico, Estilhaça-me é especialmente poético, muitas vezes apresentando a falta de pontuação, palavras repetidas repetidas repetidas e riscadas, como se Juliette se arrependesse do que sentiu ou pensou e decidiu estilhaçar suas palavras (opa, trocadilho infâme). Mas, de maneira inteligente, essa diferença na escrita meio que ajuda na aproximação dos sentimentos de Juliette com o leitor. Como se ela estivesse falando diretamente com quem está lendo.
"Não consigo me lembrar do calor de qualquer tipo de abraço. Meus braços doem em virtude do inescapável gelo do isolamento. "
 A protagonista é, muitas vezes, confusa, teimosa e bagunçada, mas dá pra entendê-la. Poxa, a menina fica quase um ano trancafiada, com o mínimo de comida por dia e ainda querem que ela saia de lá bonita e poderosa? Ah, é, ela sai da cela um tempo depois. De repente, o hospício em que ela está trancafiada, decide colocar outro prisioneiro em sua cela, e então conhecemos o Adam. Note que eu escrevi O Adam, e não apenas seu nome. Isso porque ele não está ali por coincidência, e nada acontece por coincidência nesse livro, o que vai te surpreender positivamente a cada capítulo. Adam é estranhamente familiar para Juliette e, se vocês ainda não entenderam o recado, eu destaco: ALERTA SHIP.
Estilhaça-me é um livro distópico, ou seja, traz como um dos principais assuntos uma sociedade futura que poderia muito bem ser o futuro da nossa sociedade (entendeu? hahaha!). Os pássaros não voam mais, os animais não são mais livres e as estações existem apenas nas lembranças. As pessoas abdicaram de seus direitos e vidas para o Restabelecimento que, em primeira ordem, seria um tipo de "governo" que ajudaria à tudo e à todos, restabelecendo (trocadilho infame número 2) a ordem natural do mundo antes de toda a poluição dominar o planeta Terra. Mas, claro, não foi exatamente isso que aconteceu. O tal governo se mostra uma ditadura desenfreada, e as sociedades sofrem com a desigualdade. E é aqui que eu cito o personagem que mais me prendeu nesse livro: alerta bad-boy WARNER alerta bad-boy. Note que escrevi em caps lock, sublinhado e itálico o que o torna super-master importante!!! 

Warner é quem controla uma das áreas que foram dividas entre comandantes (??), e é filho de um importante líder desse novo mundo futuro. Spoiler ou não, ele "salva" Juliette de seu exílio e a leva para sua "casa" (aí que ela sai da cela,hihi), com propósitos que vão além da atração física da menina (que, omg, não se olha no espelho faz 3 anos!!! what, alguém me explica isso??). 

E te dou um top 5 de porquê Warner me atraiu tanto:
  1. Jovem adulto renegado pelos pais quando mais novo;
  2. Gato maravilhoso sarcástico e irônico;
  3. Dá cama, comida e roupa lavada;
  4. Ama sem pedir nada em troca;
  5. É psicótico no nível certo para se apaixonar e querer saber mais sobre esse cara.
Não pense em Warner como o mocinho da história, não ainda. Até porque Adam está ai para isso: satisfazer as necessidades românticas de leitoras avidas por quotes fofinhos e colocadas de cabelo atrás da orelha. Ele e seus olhos azuis vão te conquistar em sua primeira fala.
Mas não Warner. Ele é maluco, psicótico, atraente e louco por controle, e você não vai gostar dele de início. Talvez nunca goste desse cara mas, como Juliette, vai sentir aquela curiosidade do inferno. Warner é aquele bad-boy que toda leitora de YA e NA simplesmente ****AMA*** . 

"Seu sorriso está atado com diamante.
-Vá dormir.

-Vá pro inferno.
Ele movimenta a mandíbula. Caminha até a porta.
-Estou trabalhando nisso. "
No momento: caída no chão.


Estilhaça-me foi uma reviravolta no meu mundo bem paradinho de distopias+romance, e não me arrependo nem um segundo de o ter lido tão rápido. Se você estiver procurando por ação, beijos debaixo do chuveiro, uma menina que mata as pessoas pelo toque (x-men feelings) e um triângulo amoroso muito bom, esse é o livro para você.
"Há segredos por todos os lugares. Não há respostas em lugar nenhum."

P.S: até o fim desse post, Gabriella Carvalho segue sem saber a pronúncia ou a grafia correta do nome da autora, mas possui muito respeito pela mesma.

Da série: "Porque não...?"

Obs: esse post é semi-spoiler-free. Entendam como quiser ;)

Olá gente feliz e linda, como estão? Super hiper mega master fantasticamente ansiosos para o natal, como eu estou? Não tem como não amar essa época do ano, não é mesmo?
Bom, hoje venho aqui na verdade para indicar uma série que me ganhou no primeiro episódio(MUITO OBRIGADA a você, querida amiga que não gosta de ser identificada, por me apresentar à ela), e me faz ter emoções fortes até hoje (ou seja, eu choro, esperneio, rio até morrer...): Buffy, A Caça Vampiros (1997). 
Mas calma aí! Antes de você sair julgando toda e qualquer coisa que tenha "vampiro" no nome, dê uma chance para essa série. Basicamente, a história é a seguinte: Buffy Summers, adolescente como outra qualquer, muda-se para Sunnydale com um único propósito - ela é a nova Caçadora (Slayer) dessa geração, e tem que proteger o lugar mais concentrado de vampiros, demônios e afins, a Hellmouth(que na verdade é "fantasiada" de Sunnydale, a cidade). Ela recebe a ajuda de seu guardião, Giles, e toda a "Scooby Gang", que no ínicinho da série é composta por <3Willow<3 e <3Xander<3, seus dois novos e melhores amigos.
A Buffy, interpretada pela maravilhosa Sarah Michelle Gellar, é uma das minha heroínas da ficção favoritas, pelo único motivo de: ela é muito durona, kick-ass mesmo. Tudo bem, sempre tem aquele cara que chega pra roubar o coração dela mas, senhor, essa mulher consegue salvar o mundo SPOILER (umas 10 vezes na série inteira), acabar com todos os vampiros-demônios e ainda fica com o visual intacto no fim do episódio. Haja folêgo.

A série é cheia de piadinhas internas, e alguns episódios são praticamente só pra te fazer rir e quebrar o climão, trazendo aquele humor no meio dos momentos de tensão, o que me deixa muito feliz (eu e meu humor negro). As personagens secundárias são maravilhosamente bem desenvolvidas, e poderiam até ser principais, de tão boas que são. Palmas para Joss Whedon, criador da série.
Mas falando sobre essas tais caras que roubam o coração, e porque eu sou uma romântica insaciável, tenho dois pontos a fazer aqui:
1. Você que tá pensando que Buffy é só ação e aventurinha bobona, tá pensando erradíssimo. Primeiro conhecemos o Angel (David Boreanaz novinho <3, de Bones), e você vai se apaixonar instantaneamente por esse vampiro bonzinho e gato. Na verdade, toda vez que ele aparecia em cena,SPOILER e até depois de algumas temporadas, quando a Buffy e o Angel terminam e ele vai morar em outro estado, mas faz algumas repentinas aparições em episódios significativos para a série, eu queria me atirar na televisão e morrer abraçada nela. Angel é só o vampiro mais problemático, fofo, carinhoso e misterioso que tem na TV.
êta homem viu
2. Se você ainda não está convencido(a), prepare-se para ficar: na segunda temporada, Drusilla (Juliet Landau - a.k.a a vampira mais doida e legal que já inventaram) e Spike (só de escrever o nome dele já to tendo um treco) entram na série como os vilões que vão querer acabar com a vida da Buffy. E porque isso seria tão legal? Caros e humildes amigos, essa é a razão:
gente, esse cara tem mais de 50 anos!!!11!!omfg!!!
Spike (James Masters) é 100% vampiro, 100% malvado, 100% MARAVILHOSO e 100% engraçadinho. O anti-herói perfeito para qualquer pessoa, que me fez olhar com outros olhos para homens com cabelo descolorido, tenho que admitir. Para mim, ele é um dos principais do seriado inteiro e, se tirassem todos os outros e deixassem Buffy e Spike numa sala brigando durante os 40 minutos que cada episódio tem, eu não iria me importar nem um pouquinho.
Se você está procurando motivos para começar uma série nova, legal, antiga (OMG,eu piro com as roupas que todo mundo usava em 2000) e fora do comum, acabou de encontrar suas respostas. E MAIS!!
Se até agora NADA do que eu disse te convenceu, nem mesmo a carinha de pidão do Angel, nem a protagonista bad-ass que não precisa da ajuda do namorado toda hora, e nem mesmo os momentos com spoiler(vamos combinar, spoiler torna tudo mais interessante), ainda tenho uma carta na mão. A série foi upada INTEIRA no Netflix!!! Ou seja, no site está disponível todas as temporadas de Buffy, só esperando para serem vistas!! How cool is that!!!!!???? 
Então, dê uma chance para essa série. Prometo que vai ser tudo de bom e *too much feelings*. Se acabar não gostando, pelo menos você agora entende todas as citações de Buffy em diversos filmes e seriados e, olha, vai ser bem legal.

Alguns motivos para ler A Culpa é das Estrelas

Dois meses depois do último post, aqui estou. Sei muito bem que abandonar uma coisa tão importante para mim não é bom, então não é isso que estava fazendo. Caros amigos, enquanto vocês viviam suas vidas que, tenho certeza, são bem mais emocionantes que a minha, eu estava tendo doze horas de estudo por dia, para passar na droga do ENEM . E o que vai acabar acontecendo: ninguém vai entrar em faculdade nenhuma, porque o diabo foi mais difícil do que todos esperavam mas, praticamente, a nota de corte vai abaixar.
Para quem também achava que seria impossível, cá estou com o layout mudado!! Essa minha mania já ta virando TOC, então vamos ver se eu consigo acostumar com esse, né? haha
PORÉM, aqui estou, renascida das cinzas tipo fênix, trazendo um post novinho em folha para quem ainda lê essa coisa que eu chamo de blog pessoal! E, para voltar com emoção, desespero e polêmica, humildemente apresentar-lhes-vim a minha experiência com esse livro tão arruinador de vidas. Creio que já devem saber do que estou falando - afinal, é o título do post, duh.
Resumindo, só pra quem ainda tá no século passado e não tem nem ideia do que eu tô falando, em A Culpa é das Estrelas, John Green nos apresenta à Hazel Grace e Augustus Waters, dois jovens portadores de câncer que encontram em suas semelhanças e diferenças o conforto da paixão adolescente. Após capítulos e mais capítulos de fofurice em excesso, acontece a coisa mais decepcionante que poderia acontecer para arruinar a vida dos dois, tirando o advento do câncer, é claro. Mas, pra quem já leu, ou para aqueles que amam saber o fim da história,SPOILER ALERT é isso mesmo que acontece, o câncer de Augustus se desenvolve depois de um ano sem aparecer, e ele acaba morrendo. snif.
Eu estava com um pé bem lá atrás pra ler esse livro, porque:
1.Todo mundo que eu conheço estava lendo ou já tinha lido;
2.Essas mesmas pessoas, todas, choraram em alguma parte da leitura;
3.Tinha medo de ser um daqueles livros decepcionantes;
4.Vocês não fazem ideia de quão descontrolada minha válvula do choro é ( falo dela em outro post, haha ).
E aí, a vida aconteceu, e me peguei acordando um dia com vontade de ler o tal livro sugador de esperanças. Corri para a estante da minha irmã, peguei o dela emprestado (eu não compraria um livro com tanto poder emocional assim, faz mal) e li tudo em quatro sofridas,divertidas e mais sofridas horas. Admito que o livro é SIM genial, promete risadas, promete chorôrô e cumpre. E, talvez, tenho que falar, esse foi o livro em que mais percebi as indiretas quase saindo da página e me dando um tapa na cara, além de todo o aprendizado que, qualquer um que resolver se aventurar a ler, tira da história.
No começo, você se apaixona facilmente pelas personagens e, mais ainda, pelo casal fofurice top 20 ganhador do troféu master da paixonite crônica, Hazel e Augustus. Ele é só o menino mais atencioso, bonito e carinhoso com quem Hazel e qualquer garota em sua adolescência poderia sonhar. Pra resumir todos esses coraçõezinhos saindo do meu dedo agora: no começo até o meio você se apaixona pela história inteira.
E aí vem uma tsunami de quarenta mil metros num certo capítulo 21 , você lembra de todas as indicações que te fizeram antes de ler essa coisa que chamam de livro, e chora. E chora mais. E mancha seu livro - ou o da sua irmã,ops hihi - com lágrimas. E pensa "porque mesmo que essa abominação é um best-seller?"


Nãaaaoo!!
Mas calma!! Não precisa levantar seu bumbum da cadeira e ir queimar sua cópia que acabou de chegar do correio!! A Culpa é das Estrelas, na verdade, me marcou positivamente. E você deve estar pensando " mas como assim, você destruiu o livro de todos os modos verbalmente possíveis!?". Mas aconteceu mesmo.
Tenho um moleskine que ganhei de uma amiga e, nele, tento ser o mais criativa possível, para que daqui ha uns 20 anos, eu abra o caderninho e veja como era a Gabi adolescente. Então, anoto várias frases, citações, desenhos etc... E esse tal livro destruidor de almas não ficou de fora.
Apesar de ser uma história com um final triste, é também uma história de superação pessoal. Se você for ler com atenção, em várias passagens John Green deixa claro uma coisa em que acredito muito: destino ( o que me lembrou de uma palavra muito lindinha em inglês,serendipity). E foi anotando minhas partes preferidas que compreendi isso, e percebi que concordo totalmente com o autor.

"Como leitor, não sinto que uma história tenha a obrigação de me fazer feliz.
Eu quero histórias que me mostrem um mundo maior do que aquele que conheço."
Eu deveria ter percebido isso antes mas, eu e minha fixação por young/new adults com finais felizes e alegres, me cegaram nesse dia em que li ACEDE (abreviação fofinha,não é?). Quando me perguntam porque eu gosto tanto de romance e amorzinho, sempre tenho o discurso de "querer viver algo que nunca aconteceria comigo,viajar da minha vida e nunca voltar". Mas, pobre, desapercebida,eu. Isso foi exatamente o que John Green prometeu com a proposta do livro, e cumpriu generosamente. A história de Gus e Hazel realmente estava fora da minha bolha de alegria, e me fez ter sentimentos bons a respeito disso, já que nem tudo são flores nessa nossa vida de ser humano. Ás vezes, temos mesmo que parar um pouco no conto de fadas cosmopolita e prestar atenção no mundo ao redor, aquele que você ainda não conhece. É ali que suas respostas estarão. 

Adaptação para o cinema

SIM, meus caros amigos, ACEDE está sendo adaptado para as telonas! E como se não pudesse melhorar, o elenco tá só MUITO bem escolhido. Teremos Shailene Woodley como Hazel Grace, o lindo Ansel Elgort como Ausgutus Waters e Nat Wolff como Isaac (o amigo deles) , e eu não poderia estar mais ansiosa!!!!11!! Apesar de ambos Shailene e Ansel serem colegas de elenco (e irmão na ficção) na também adaptação literária Divergente, ver os dois interpretando o casal adolescente mais fofo que já li vai ser legen-dary (deixa o Barney e HIMYM para outro post,haha).

Da esquerda para a direita: o escritor-ceifador John Green, Ansel, Nat e Shailene

Ainda estão filmando tudo lá na terra do tio Sam mas, assim que sair o trailer, divulgo no meu twitter. E será impossível não ver quando isso acontecer, uma vez que faço escândalo para praticamente tudo nesse meu universo de fã louca.
O filme tem data de estréia pro dia 6 de Junho de 2014, e já tô querendo comprar ingresso para sessão antecipada de meia noite.
Fazendo uma super intertextualidade, só pra terminar o post bonitinho e sem preconceitos contra essa autor fofo, porém sugador de vidas: 

5 Melhores resultados para....

"EYES ON FIRE"




Acho que,mesmo se esse for um dos posts mais inúteis que eu já tenha feito,já valeu a pena só pela penúltima imagem ali que apareceu. Ian sendo ele mesmo.E agradando a gregos e troianos.

Resenha : "As Vantagens de Ser Invisível",de Stephen Chbosky

As Vantagens de Ser Invisível
Autor: Stephen Chbosky
Editora: Rocco
Sinopse:
Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.


Sabe quando você se apaixona pelas personagens do livro ,chora,ri,briga e fica confuso junto delas?Então,foi assim que me senti ao ler "As Vantagens de Ser Invisível" . Como se a cada carta que Charlie escrevia para um amigo - que não nos é revelado - eu aprendesse alguma coisa sobre a vida.
Como aproveitar o agora e esquecer de quem te faz mal.Se sentir infinito nos momentos bons da sua vivência,e aprender à passar pelos ruins.Sempre lembrar das pessoas que você ama e defendê-las,mas só até um certo ponto.Não é bom sempre pensar nos outros e ,ás vezes ,por mais altruístas que sejamos,devemos nos lembrar do amor-próprio.Afinal,cada um aceita o amor que acha que merece.

O livro é composto por cartas escritas por Charlie à alguém que não é revelado,como já dito.Nessas cartas,vemos como a vida solitária e simples do menino se enche de alegria,amigos,novas experiências e amor,sempre escritas de maneira simples.Talvez seja por isso mesmo,pela forma tão inocente de Charlie falar,que as mensagens passadas são tão presentes.É tudo muito singelo e compreensível,num nível em que ao andar da história,nos é revelado que Charlie não é apenas um adolescente normal.Ele é especial.

" - Você vê coisas.Você guarda silêncio sobre elas.E você compreende." - Patrick

Foi uma leitura não-tão-leve,porém muito divertida e emocionante (sim,eu chorei) ,e indico para todo mundo que gosta de complicações adolescentes,high school americano,problemas familiares,romancinho e comédia bem leve.Recomendo para todos.

Adaptação para o cinema
Acho que já não existe um ser humano antenado que nem sequer ouviu falar do filme.Sendo ambos escritor e diretor de "As Vantagens de Ser invisível",Stephen Chbosky fez um MARAVILHOSO trabalho.Terminei de ler e já fui ver o filme e ,com lágrimas nos olhos, favoritei ele no filmow.
O roteiro é fiel ao livro e ,mesmo que não haja o aprofundamento na história da família de Charlie,como tem no original,achei que as cenas foram bem divididas e encenadas.Sim,ENCENADAS PERFEITAMENTE.Logan Lerman,nosso Percy Jackson lindinho,está no papel do protagonista,e parece que ele nasceu para interpretá-lo.Emma Watson e Ezra Miller são os irmãos , os melhores amigos de Charlie.Nem preciso falar da fofura da Emma e do Ezra sendo um p* de um ator (desculpa o palavrão ,mesmo que oculto,mas não tinha como descrever a atuação dele ) .
Olha aí o trailer,se você ainda não viu:


 
"Eu me sinto infinito" - Charlie
OBS:  Entrei para um novo desafio literário ,ebaaa!! Ele é está explicadinho no grupo do facebook"Clube da Leitura".Consiste em cumprir uma lista -bem grandinha ein haha - de características que o livro deve ter,resenhar e enviar para os organizadores.No fim do ano,quem tiver mais pontos,ou seja,quem cumprir mais itens,vai ter mais cupons para um sorteio no final do ano!How cool is that?
Enfim,com essa resenha,já estou cumprindo os seguintes itens:

2.Leia um livro com um verbo no título  não foi aceito,era REALMENTE um verbo só,como "Amanhecer",da titia Steph :)
11.Leia um drama adolescente
13.Leia um livro de um filme que você nunca assistiu (não tinha assistido quando estava lendo,rs)
25.Leia um livro com uma pessoa na capa

São 35 itens até agora,e ainda tenho esperanças de algum dia chegar lá.

Retrospectiva Literária 2012


Ah,os livros.
Só pra não perder a essencia de fim de ano,resolvi participar dessa retrospectiva literária junto de um tanto de blog,feita pelo Pensamento Tangencial .É sempre legal você recordar as histórias que você leu durante o ano e eleger as favoritas ( ou as que não valem a pena nem ter na prateleira ) .E é melhor ainda divulgar isso com o mundo,para que mais pessoas comecem a ler os livros que você gosta e ai poder surtar junto com você .
Sem mais falatória,ai vai meus melhores e piores do ano de 2012 :

Retrospectiva Literária 2012
  • A aventura que me tirou o fôlego:  Laços do Espírito - Academia de Vampiros #5 , de Richelle Mead

  • O terror que me deixou sem dormir:  Aura Negra - Academia de Vampiros #2 , de Richelle Mead (sim,eu sei que não é aquele terror,mas foi o mais próximo disso que me deixou sem dormir rs )
  • O suspense mais eletrizante: A Terra das Sombras - A Mediadora #1 , de Meg Cabot (também não é aquele suspense,mas foi o que teve pra esse ano )
  • O romance que me fez suspirar:  Anna e o Beijo Francês ,de Stephanie Perkins
  • A saga que me conquistou: Academia de Vampiros ,Richelle Mead
  • O clássico que me marcou: Lolita ,de Vladimir Nabokov 
  • O livro que me fez refletir:  Tempest , de Julie Cross
  • O livro que me fez rir: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom , de Sophie Kinsella
  • O livro que me fez chorar: Anna e o Beijo Francês ,de Stephanie Perkins ( prfv alguém me dando um St.Clair agora )
  • O livro de fantasia que me encantou:  Tempest , de Julie Cross
  • O livro que me decepcionou: A Resposta Certa , de David Nicholls ( o porquê,você encontra aqui )
  • O livro que me surpreendeu: Lolita ,de Vladimir Nabokov 
  • A frase que não saiu da minha cabeça: "A palavra casa não é um lugar.É uma pessoa.E nós,finalmente,estamos em casa." Anna e o Beijo Francês
  • O(a) personagem do ano:  Rose Hathaway , Academia de Vampiros ( simplesmente por ser a mocinha que não precisa de ajuda de ninguém pra matar os inimigos igual uma louca! haha)
  • O casal perfeito: Fani & Leo , Fazendo o Meu Filme 4 (é amor demais ! )
  • O(a) autor(a) revelação: Stephanie Perkins , Anna e o Beijo Francês
  • O melhor livro nacional:  Minha Vida Fora de Série , Paula Pimenta
  • O melhor livro que li em 2012: Anna e o Beijo Francês, Stephanie Perkins ( amo amo amo amo amo amo amo muito! )
  • Li ,em 2012, 24 livros.
  • A minha meta literária para 2013 é: Pelos menos 3 livros por mês!! Li muito pouco esse ano por motivos de : preguiça hahahah
>> Pra quem quiser participar também:



Feliz Ano Novo para vocês,uhuuuuuuuuul 2013 vem logo !!


Conheça e se apaixone: Birdy

Jasmine van den Bogaerde,mais conhecida como Birdy,nasceu em 15 de Maio de 1996 no Reino Unido,e ficou mais conhecida depois de fazer um cover de Skinny Love,do Bon Iver (que é minha paixão,como já falei aqui).
A primeira vez que ouvi esse cover foi em uma cena de The Vampire Diaries e,logo no episódio seguinte,Birdy apareceu de novo,dessa vez fazendo um cover de Shelter,da banda The XX .
Me apaixonei de cara,porque o estilo dela,o modo como ela canta,me faz lembrar daquela Londres cinza,da Inglaterra gelada e dos campos de margarida.Muito linda!

Seu album de estréia "Birdy" foi lançado em 7 de novembro de 2011.Nele encontramos outro cover muito lindo também.Dessa vez da banda Fleet Foxes com a música White Winter Hymnal,outra que também gosto.
Birdy,que tem 15 anos, também lançou dois singles,1901 e People Help The People ,ambos covers também,sendo o primeiro da banda Phoenix e o segundo da banda Cherry Ghost.

O Album quase todo é composto por covers maravilhosos,mas uma música em especial,original dela,me chama muita a atenção.É Without a Word,que fala sobre alguém que está indo embora e está deixando muita saudade.Sei lá,é tudo tão depressivo e lindo ao mesmo tempo,que não dá para não gostar dessa cantora.

Quem quiser escutar mais,ela tem uma página oficial no Youtube e um website também.Além disso,no Facebook e no Twitter ,ela sempre posta imagens fofas que ela mesma tira e notícias sobre seu CD.Segue ela !

Minhas preferidas dela:

 Birdy - White Winter Hymnal


Birdy - Without a Word


E os covers legendários de Shelter e Skinny Love que ela fez,bônus para os clipes ,que dão vontade até de chorar:
 

 Músicas para ler um livro bem triste e chorar até morrer haha!

"....I tell my love to wreck it all
Cut out all the ropes and let me fall
My, my, my, my, my, my, my, my
Right in the moment this order's tall...."