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As músicas que me fazem suspirar

Sou uma romântica sem correção, já aceitei isso. Sou dessas pessoas que gostam de se torturar no domingo à noite, vendo aqueles filmes de romance bem clichês mesmo, só pra chorar rindo no final. Que pega um livro do Nicholas Sparks pra ler e, mesmo sabendo que a fórmula de todos é a mesma, mesmo sabendo que nem é tão bom assim, me apaixono pelo amor impossível dos personagens. E quando escuto uma música então? Crio clipes e histórias para a música, na cabeça. Tento imaginar o que o autor estava pensando e sentindo quando escreveu a música, e como deve ser cantá-la na frente de multidões. Suspiro de e por alegria, paixão, delicadeza e simplicidade. 

E foi disso que vim falar aqui hoje, das músicas que, quando ouço, arrepio toda, suspiro, encho os olhos de lágrimas e canto com todo o ar dentro de mim. Todo mundo tem músicas desse tipo, e esse é meu TOP 5, vamos lá morrer um pouquinho?

5. Luz dos Olhos - Nando Reis

 "Pinta os lábios para escrever, a sua boca é minha..."
Ai gente, vou confessar: não sou a maior fã de Nando Reis não. Na verdade, nunca parei pra pensar nele direito, então nem gosto muito. Mas quando escutei essa música, foi como morrer dez mil vezes e voltar. Sabe quando você tá passeando pelo youtube e de repente encontra A música perfeita para ser cantada por um futuro interesse romântico pra você? Então, Luz dos Olhos é essa música. Fica ai a dica amigxs. 

4. 505 - Arctic Monkeys
 
"But I crumble completely when you cry!"
Não tinha como faltar Arctic Monkeys nessa lista, afinal, quem causa mais suspiro nas menina que Alex Turner, seu - recente - cabelo de gel e cosplay do Agostinho?? hahaha!
Sempre que escuto 505, dá vontade de sair gritando e dançando pelo quarto, e crio aquele filminho na minha cabeça, seguindo a letra da música. Sério gente, essa música é ou não é uma cena perfeita de um livro?
tá pra nascer pessoa mais sexy

3. Always In My Head - Coldplay
"This I guess, Is to tell you you're chosen, out from the rest"
Além do óbvio fato de que Coldplay é Coldplay, essa música do último CD deles me faz sentir coisas maravilhosas. Me faz querer deitar de noite num campo aberto e ficar olhando pras estrelas, numa noite quente. E me faz suspirar, muito muito muito mesmo! Se eu escrevesse ou dirigisse uma rom-com, essa seria a música que viria naquela cena em que os personagens principais estão andando de mãos dadas, comendo sorvete e contando seus segredos um pro outro. 

2. Wicked Game - Three Days Grace
" I never dreamed that i'd meet somebody like you, I never dreamed that i'd lose somebody like you"
Nossinhora me segura que eu vou desfalecer.
Essa versão do Three Days Grace é ainda melhor do que a original e, desde que ouvi, sempre fico meio sentida quando escuto. Foi em uma das únicas e melhores fanfics que já li, na minha época doida de fanfic. Ela chamava - ainda chama, mas a autora não atualiza tem anos, então já até perdi as esperanças de um final digno - Bite Me, e era uma fanfic interativa de Buffy. SIM, BUFFY (já falei sobre minha pequena adoração pela série aqui no blog). Tem como ficar melhor? Sim, tem, tem muito. Super recomendo essa história, na verdade, mesmo sem estar finalizada. Sério, leiam. E quando chegar a parte em que Wicked Game aparece, chorem e gritem comigo, porque essa música é boa demais.

1. Landfill - Daughter
"Then leave me in the rain, wait until my clothes cling to my frame;
Wipe away your tear stains, thought you said you didn't feel pain"
Landfill tem uma das letras mais bonitas que já ouvi, um misto de sinceridade e delicadeza que não tem como não se comover e se identificar com as palavras. Tem um clima meio decepção-coração partido-frio-neve-inverno-norte, lindo e maravilhoso. Perfeita para ouvir quando você quer se lamentar por qualquer coisa, hahaha! Descobri por acaso em uma playlist do Spotify, mesmo já tendo escutado outras músicas da banda, e se tornou a favorita na hora do suspiro. 

0.5 (bônus).  Infinity - The XX

"I can't give it up, to someone elses touch"
NU, peguei pesado agora. Infinity é uma das músicas de The XX que me fazem querer fechar os olhos e dançar lento com alguém. A vibe da banda é uma das minhas preferidas e essa música é uma das coisas mais agradáveis que já escutei. Não sei explicar direito o que acontece mas, ouve aí, e vê se você consegue me entender, hahaha!

tipo assim, sabe? hahaha!
 Esse foi meu TOP 5 de músicas que me fazem suspirar muito, mas quero saber de vocês! Quais as suas músicas que te trazem essa sensação estranha que a gente nem consegue explicar direito? Deixa ai nos comentários e vamos ser melancólicos juntos!
Suspiremos.

Lançamentos - Demi Lovato, Bon Iver e Zach Braff

Oi gente, como vão?
Hoje vim aqui para falar que A-M-E-I esse clipe novo da Demi Lovato! "Really Don't Care" é o 4º single do seu álbum, "DEMI" e, desde que escutei todas as músicas, essa estava entre as minhas favoritas. Tem Cher Lloyd, tem Perez Hilton, tem Travis Barker, tem put one finger in the air, tem Demi vingadora, tem Demi really não ligando com seu namorado (será que agora vai???SERÁ???) Wilmer Valderrama e,  para a alegria dos fãs, tem clipe superultramegapower tapa na cara das inimigas.
Cata aí o clipe:


Parte do clipe foi gravado na "LA Pride", a parada gay que aconteceu no último mês em Los Angeles, e Demi traz sua mensagem positiva-defensora-dos-direitos-humanos-de-sempre: "Vocês aí não tem que odiar nada, porque o Deus que eu acredito, ama todo mundo!". You go Demi!

Outra notícia que fiquei sabendo há 10 minutos atrás, e me fez ficar muito feliz: Bon Iver acaba de lançar música nova, depois de três (TRÊS) (3) (III) anos!!!! Vocês tem noção disso? Eu simplesmente amo Bon Iver e toda essa coisa taciturna e misteriosa-do-mato que eles têm, amo escutar quando to precisando pensar na vida e, desde que conheci a banda (a música Roslyn, de Lua Nova; olha ai, vampiros que brilham não são tão inúteis assim viu!), escutar Bon Iver vem se tornando um ato terapêutico pra mim. Tem romance perdido, não correspondido, que não deu certo. E sempre com aquela pegada que te faz pensar no inverno (Bon IVER, hihihi), na chuva, numa casinha de campo e chocolate quente. Amo, amo e amo.
A música se chama "Heavenly Father" (clique aqui para escutar), e vai fazer parte do filme novo do Zach Braff, "Wish I Was Here". Tudo que eu sei sobre esse filme novo é que tem a Kate Hudson, Zach Braff como ator, produtor e diretor (ufa!!), Jim Parsons e que tem a trilha sonora bem indie. Além de  duas músicas de Bon Iver - vai ter "Holocene" gente!!!- , também vai ter The Shins, Coldplay e Cat Powers. "Wish I Was Here", sem tradução ainda pra português, "conta uma engraçada, emocionante e universal história sobre como é ser pai, marido e filho ao mesmo tempo". É, essa sinopse não fala muito sobre o filme, mas já tem trailer (sem legendas). Olha aí:

 

Alguém tem dúvida que essa trilha sonora vai ser demais? Eu não, e já quero ver esse filme tipo assim, pra ontem! E vocês?

P.S.: omg, mudei o layout, finalmente! To gostando muito desse e, segundo meu TOC por mudar o estilo do blog sempre, desse jeito que ficou já me garante pelo menos seis meses sem ataques de blogueira maluca do html hahahaha! Gostaram?

Resenha: "Todo Dia", de David Levithan

Então, eu li esse livro. Esse livro lindo, maravilhoso e poético. Esse livro que faz você perceber a importância de ver as pessoas não só por aquilo que eles escolhem te mostrar. Esse livro totalmente imprevisível que você ri, chora e filosofa junto com as personagens. Esse livro que te ensina a aceitar melhor o mundo em que vive e as pessoas ao seu redor.

Todo Dia
Autor:
David Levithan
Editora: Galera Record
Sinopse oficial: Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.

Você consegue imaginar como seria sua vida se, desde seu nascimento, não passasse mais de um dia no mesmo corpo? Ou melhor, se você não tivesse um corpo só para você, e ficasse pulando de vida em vida a cada dia que passasse? Eu não consigo e, David Levithan, você está de parabéns por conseguir.
A história nos apresenta à A, uma "alminha" que já desistiu há muito tempo de tentar encontrar respostas para sua situação. Ele/ela evita se conectar muito com o corpo em que se hospeda cada dia, preferindo acessar suas memórias e passar o dia fazendo o que seria normal para o dono. Ir para a escola, conversar com os amigos, voltar para casa e dormir. Todo dia, a mesma coisa. Até que acorda no corpo de Justin e então toda sua concepção de vida muda.
Justin tem uma namorada, a Rhiannon (Rihanna, é você??) que, de princípio, parece ser uma adolescente normal. Mas A consegue ver muito mais dentro dela do que a própria e, depois de uma tarde juntos, fazendo coisas que Justin nunca faria com sua namorada, o/a protagonista se apaixona por Rhiannon. E, rompendo todas suas regras internas sobre não se envolver com a vida de seus receptáculos (fiquei lembrando das primeiras temporadas de Supernatural, foi só eu? haha!), A não consegue tirar Rhiannon da cabeça e todo dia acorda esperando estar o mais perto possível dela. Ele/ela não consegue se esquecer da sensação de estar perto da menina e de já conhecê-la tão bem, mesmo que tenham se encontrado por apenas algumas horas. 
"Que história é essa sobre o instante em que você se apaixona? Como uma medida tão pequena de tempo pode conter algo tão grande? De repente, percebo porque as pessoas acreditam em déjà vu, por que acreditam em vidas passadas; porque não há meio de fazer com que os anos que passei na Terra sejam capazes de resumir o que estou sentindo. O momento em que você se apaixona parece carregar séculos, gerações atrás de si – tudo isso se reorganizando para que essa interseção precisa e incomum possa acontecer. Em seu coração, em seus ossos, por mais bobo que você saiba que é, você sente que tudo levou a isso, que todas as flechas secretas estavam apontando para este lugar, que o universo e o próprio tempo construíram isso muito tempo atrás, e agora você acaba de perceber que chegou ao local onde sempre deveria ter estado"
 E o que mais me comove nessa história toda é como A tenta explicar para Rhiannon, em meio aos seus encontros ao longo dos dias, como ele sempre será apenas ele, mesmo estando um dia gordo, um dia magro, um dia mulher, um dia homem... Isso me fez pensar sobre vários assuntos e, o principal deles, como as vezes devemos parar e realmente olhar para as pessoas que estão ao nosso redor. Ninguém é realmente tudo aquilo ou só aquilo que está ali na sua frente, todo mundo tem segredos tão profundos que nem eles mesmos conseguem imaginar. Um dia, A era uma menina suicída, sem esperanças nenhuma e que só queria um pouco de atenção das pessoas do seu dia dia. No outro, A era um garoto que recentemente se admitiu homossexual, disse que amava o melhor amigo e, por 10 anos, 10 meses, 10 dias, 10 minutos, 10 segundos, se sentiu no ápice da vida. 
Com tantas histórias diferentes e com tanta bagagem emocional, era de se esperar um livro cheio de filosofias e ensinamentos mas, pasmem, David Levithan consegue deixar tudo claro e fácil para os leitores. As lições de vida estão presentes ao longo da história, ao mesmo tempo em que ouvimos A divagar sobre seus desejos e sentimentos, de uma maneira não chata, at all.
Não sei se vou conseguir passar tudo que esse livro pode te ensinar por essa resenha, até porque é um YA e, nos dias de hoje, não é qualquer livro que desperte o interesse e a curiosidade de todo mundo mas, por favor. Se você estiver querendo uma leitura única, comovente até a alma e super honesta, pegue Todo Dia para ler (até porque ele está super barato no Submarino!). Não é um livro com um romance destruidor, e muito menos vai te dar aquela sensação boa de quando se lê uma aventura mas, se você conseguir entrar de cabeça na história, vai ter uma experiência life-changing.
Bom, pelo menos eu tive.
David Lavithan escreve livros sobre relacionamentos gays, e isso não poderia ser mais genial. Num mundo literário de YA's em que sempre vemos a mesma protagonista cheia de problemas e o mesmo garoto perfeito, que amamos amar, uma história em que o protagonista não é nem homem nem mulher, e vive relacionamentos homossexuais, é só fantástico para a criatividade das pessoas. Ainda mais nessa parte da história real que estamos vivendo, em que vemos debates calorosos (e muitas vezes super preconceituosos) serem feitos por causa de um beijo gay na novela ou então manifestações violentas contra esse tipo de "ato". 
"É uma coisa terrível ser traído pelo próprio corpo. E é solitário, porque você sente que não pode falar sobre isso. Sente que é algo entre você e o corpo. Sente que é uma batalha que você nunca vai vencer...e, ainda assim, luta dia após dia, e isso te desgasta. Mesmo que tente ignorar, a energia que isso consome vai acabar com você. "
 Na minha opinião, o autor tem a barrinha de coragem no verde, igual acontece no The Sims sabe? É preciso mais que amar as pessoas como se não houvesse amanhã. É preciso mais que olhar um casal gay se beijando na rua e virar a cara porque aquilo é "errado" mas, se você dizer o contrário, será tachado de "revolucionário". Gente, não é revolucionário gostar de uma pessoa do mesmo sexo e, mais do que isso, deveria ser uma coisa até normal demais. Você não precisa desviar o rosto, mas também não precisa aceitar. O que você precisa é entender que existem pessoas participantes de uma mesmo sociedade que você, e essas pessoas vão ser diferentes .

Oh no you don't say it!
 E, antes que esse post fique chato e moralista - e antes que vocês conservadores me julguem e me xinguem de todos os nomes-, só quero deixar bem claro que essa foi a minha melhor leitura do ano até agora. Vi muitas pessoas que não gostaram do final do livro, acharam que o autor jogou tudo ali pro fim e por ai ficou, como se quisesse acabar o livro rápido. Mas como sou do contra (as vezes só), eu amei o final. Foi um tipo de encerramento que, realmente, não resolve todos os problemas que acontecem na história mas, de um modo reticente, ele deixa no ar para que você cria o final perfeito em sua cabeça. Funcionou totalmente para mim.
Dê uma chance à Todo Dia e, por algumas horas, dê uma chance às pessoas ao seu redor.

bisous da Gaga pra vcs ;*

Da série: "Porque não...?"

Obs: esse post é semi-spoiler-free. Entendam como quiser ;)

Olá gente feliz e linda, como estão? Super hiper mega master fantasticamente ansiosos para o natal, como eu estou? Não tem como não amar essa época do ano, não é mesmo?
Bom, hoje venho aqui na verdade para indicar uma série que me ganhou no primeiro episódio(MUITO OBRIGADA a você, querida amiga que não gosta de ser identificada, por me apresentar à ela), e me faz ter emoções fortes até hoje (ou seja, eu choro, esperneio, rio até morrer...): Buffy, A Caça Vampiros (1997). 
Mas calma aí! Antes de você sair julgando toda e qualquer coisa que tenha "vampiro" no nome, dê uma chance para essa série. Basicamente, a história é a seguinte: Buffy Summers, adolescente como outra qualquer, muda-se para Sunnydale com um único propósito - ela é a nova Caçadora (Slayer) dessa geração, e tem que proteger o lugar mais concentrado de vampiros, demônios e afins, a Hellmouth(que na verdade é "fantasiada" de Sunnydale, a cidade). Ela recebe a ajuda de seu guardião, Giles, e toda a "Scooby Gang", que no ínicinho da série é composta por <3Willow<3 e <3Xander<3, seus dois novos e melhores amigos.
A Buffy, interpretada pela maravilhosa Sarah Michelle Gellar, é uma das minha heroínas da ficção favoritas, pelo único motivo de: ela é muito durona, kick-ass mesmo. Tudo bem, sempre tem aquele cara que chega pra roubar o coração dela mas, senhor, essa mulher consegue salvar o mundo SPOILER (umas 10 vezes na série inteira), acabar com todos os vampiros-demônios e ainda fica com o visual intacto no fim do episódio. Haja folêgo.

A série é cheia de piadinhas internas, e alguns episódios são praticamente só pra te fazer rir e quebrar o climão, trazendo aquele humor no meio dos momentos de tensão, o que me deixa muito feliz (eu e meu humor negro). As personagens secundárias são maravilhosamente bem desenvolvidas, e poderiam até ser principais, de tão boas que são. Palmas para Joss Whedon, criador da série.
Mas falando sobre essas tais caras que roubam o coração, e porque eu sou uma romântica insaciável, tenho dois pontos a fazer aqui:
1. Você que tá pensando que Buffy é só ação e aventurinha bobona, tá pensando erradíssimo. Primeiro conhecemos o Angel (David Boreanaz novinho <3, de Bones), e você vai se apaixonar instantaneamente por esse vampiro bonzinho e gato. Na verdade, toda vez que ele aparecia em cena,SPOILER e até depois de algumas temporadas, quando a Buffy e o Angel terminam e ele vai morar em outro estado, mas faz algumas repentinas aparições em episódios significativos para a série, eu queria me atirar na televisão e morrer abraçada nela. Angel é só o vampiro mais problemático, fofo, carinhoso e misterioso que tem na TV.
êta homem viu
2. Se você ainda não está convencido(a), prepare-se para ficar: na segunda temporada, Drusilla (Juliet Landau - a.k.a a vampira mais doida e legal que já inventaram) e Spike (só de escrever o nome dele já to tendo um treco) entram na série como os vilões que vão querer acabar com a vida da Buffy. E porque isso seria tão legal? Caros e humildes amigos, essa é a razão:
gente, esse cara tem mais de 50 anos!!!11!!omfg!!!
Spike (James Masters) é 100% vampiro, 100% malvado, 100% MARAVILHOSO e 100% engraçadinho. O anti-herói perfeito para qualquer pessoa, que me fez olhar com outros olhos para homens com cabelo descolorido, tenho que admitir. Para mim, ele é um dos principais do seriado inteiro e, se tirassem todos os outros e deixassem Buffy e Spike numa sala brigando durante os 40 minutos que cada episódio tem, eu não iria me importar nem um pouquinho.
Se você está procurando motivos para começar uma série nova, legal, antiga (OMG,eu piro com as roupas que todo mundo usava em 2000) e fora do comum, acabou de encontrar suas respostas. E MAIS!!
Se até agora NADA do que eu disse te convenceu, nem mesmo a carinha de pidão do Angel, nem a protagonista bad-ass que não precisa da ajuda do namorado toda hora, e nem mesmo os momentos com spoiler(vamos combinar, spoiler torna tudo mais interessante), ainda tenho uma carta na mão. A série foi upada INTEIRA no Netflix!!! Ou seja, no site está disponível todas as temporadas de Buffy, só esperando para serem vistas!! How cool is that!!!!!???? 
Então, dê uma chance para essa série. Prometo que vai ser tudo de bom e *too much feelings*. Se acabar não gostando, pelo menos você agora entende todas as citações de Buffy em diversos filmes e seriados e, olha, vai ser bem legal.

Resenha : "As Vantagens de Ser Invisível",de Stephen Chbosky

As Vantagens de Ser Invisível
Autor: Stephen Chbosky
Editora: Rocco
Sinopse:
Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.
As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.
Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.


Sabe quando você se apaixona pelas personagens do livro ,chora,ri,briga e fica confuso junto delas?Então,foi assim que me senti ao ler "As Vantagens de Ser Invisível" . Como se a cada carta que Charlie escrevia para um amigo - que não nos é revelado - eu aprendesse alguma coisa sobre a vida.
Como aproveitar o agora e esquecer de quem te faz mal.Se sentir infinito nos momentos bons da sua vivência,e aprender à passar pelos ruins.Sempre lembrar das pessoas que você ama e defendê-las,mas só até um certo ponto.Não é bom sempre pensar nos outros e ,ás vezes ,por mais altruístas que sejamos,devemos nos lembrar do amor-próprio.Afinal,cada um aceita o amor que acha que merece.

O livro é composto por cartas escritas por Charlie à alguém que não é revelado,como já dito.Nessas cartas,vemos como a vida solitária e simples do menino se enche de alegria,amigos,novas experiências e amor,sempre escritas de maneira simples.Talvez seja por isso mesmo,pela forma tão inocente de Charlie falar,que as mensagens passadas são tão presentes.É tudo muito singelo e compreensível,num nível em que ao andar da história,nos é revelado que Charlie não é apenas um adolescente normal.Ele é especial.

" - Você vê coisas.Você guarda silêncio sobre elas.E você compreende." - Patrick

Foi uma leitura não-tão-leve,porém muito divertida e emocionante (sim,eu chorei) ,e indico para todo mundo que gosta de complicações adolescentes,high school americano,problemas familiares,romancinho e comédia bem leve.Recomendo para todos.

Adaptação para o cinema
Acho que já não existe um ser humano antenado que nem sequer ouviu falar do filme.Sendo ambos escritor e diretor de "As Vantagens de Ser invisível",Stephen Chbosky fez um MARAVILHOSO trabalho.Terminei de ler e já fui ver o filme e ,com lágrimas nos olhos, favoritei ele no filmow.
O roteiro é fiel ao livro e ,mesmo que não haja o aprofundamento na história da família de Charlie,como tem no original,achei que as cenas foram bem divididas e encenadas.Sim,ENCENADAS PERFEITAMENTE.Logan Lerman,nosso Percy Jackson lindinho,está no papel do protagonista,e parece que ele nasceu para interpretá-lo.Emma Watson e Ezra Miller são os irmãos , os melhores amigos de Charlie.Nem preciso falar da fofura da Emma e do Ezra sendo um p* de um ator (desculpa o palavrão ,mesmo que oculto,mas não tinha como descrever a atuação dele ) .
Olha aí o trailer,se você ainda não viu:


 
"Eu me sinto infinito" - Charlie
OBS:  Entrei para um novo desafio literário ,ebaaa!! Ele é está explicadinho no grupo do facebook"Clube da Leitura".Consiste em cumprir uma lista -bem grandinha ein haha - de características que o livro deve ter,resenhar e enviar para os organizadores.No fim do ano,quem tiver mais pontos,ou seja,quem cumprir mais itens,vai ter mais cupons para um sorteio no final do ano!How cool is that?
Enfim,com essa resenha,já estou cumprindo os seguintes itens:

2.Leia um livro com um verbo no título  não foi aceito,era REALMENTE um verbo só,como "Amanhecer",da titia Steph :)
11.Leia um drama adolescente
13.Leia um livro de um filme que você nunca assistiu (não tinha assistido quando estava lendo,rs)
25.Leia um livro com uma pessoa na capa

São 35 itens até agora,e ainda tenho esperanças de algum dia chegar lá.

Qualquer semelhança com a vida real pode não ser coincidência


 A maioria de histórias de amor ou qualquer tipo de sentimento em um relacionamento na vida real que eu vejo por ai sempre terminam com uma "lição" de vida ou com um "final" meio traumático.Isso não significa que a sua ou a minha tem que ser assim também.Seu namorado pode não terminar com você amanhã e o menino que você gosta pode sim gostar de você de volta (as vezes do mesmo jeito stalker-paranóico hihi).Seus pais podem ter se conhecido com 12 anos e até hoje estarem juntos,ou eles podem ter se conhecido na faculdade e estarem separados.Nenhuma história é igual e ,por isso mesmo,nenhuma história precisa ter o mesmo final "triste" e/ou "traumatizante". *agora é a hora em que você que está lendo isso sorri de orelha a orelha*
Eu,inspirada por um caso de uma amiga minha,decidi escrever isso aqui no blog por que fiquei completamente confusa com esse negócio de final feliz/triste e etc...Não entra na minha cabeça a situação de acabar de conhecer um cara super legal e já pensar nos momentos ruins ,se ele vai te deixar p* da vida,se vocês nunca vão ser felizes nem por um segundo,se nada de bom vai acontecer no tempo em que vocês ficarem juntos ...E ai vocês terminam,sem nem mesmo terem começado nada.É desestimulante.
Porque ser tão pessimista e negativa?Músicas,por que tão tristes e frustrantes?Taylor Swift realmente nunca irá ser feliz de verdade,nunca vai encontrar um carinha que prefere fazer músicas sem ter que terminar o namoro?Perguntas sem respostas,ouso dizer.
Mas ai "desouso" dizer e vou mais acima da lei universal.NÃO TEM QUE SER RUIM,só se você achar que deve.
[É,a esse ponto do texto ta tudo sem pé nem cabeça,por que eu sempre vomito as palavras e falo tudo sem conexão,mas depois elas acham o caminho de volta e a conclusão fica nítida]
Mas então,vamos propor uma coisa.Na próxima vez emque você botar os olhos naquela pessoa que você quer ter por perto,seja por uma vida inteira ou apenas pelas próximas horas,olhe bem nos olhos dela.De verdade.Olhe por tipo,dez segundos;seca a pessoa até virar uva passa.Quando você perceber que tá chegando naquela linha tênue entre normal/psicótico,você para,dá aquele sorriso bobo de lado ( aquele que todos os escritores amam falar sobre),e desvia o olhar.Isso vai fazer você lembrar desse texto - meio louco - e também de que aquilo ali acontecendo não precisa terminar com choro e ,melhor ,não precisa terminar mesmo.
Só pensa que sempre tem um jeito de contornar a situação ruim e ,como nossa amiguinha Mallu Magalhães já disse,  
"Eu tenho tido a alegria como um dom,em cada canto eu vejo o lado bom"