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PH Poem a Day #1

Falar sobre você mesma, o que alguns consideram um tarefa nada fácil. E estou no meio desses alguns. Porquê eu acho tão difícil você falar sobre suas qualidades, seus defeitos, seus gostos e desgostos, sem soar prepotente e metida, como se você fosse o único ser humano do planeta. Como se sua vida fosse mais importante do que qualquer um ao seu lado. Mas aí entra a auto estima, como equilíbrio entre o exagerado e o miserável. Só que, muitas vezes, até alcançar essa tal da auto estima, já se passou muito tempo, muitos ventos, muitas chuvas, muitos sóis.
Se descrever não é nada fácil.

Eu poderia ser alta, atualmente com os cabelos um pouco abaixo dos ombros, leves californianas loiras nas pontas, olhos grandes e castanhos, mas cílios retos. Poderia ainda usar aparelho, coisa que me irritaria até os nervos do dedinho do pé esquerdo, e ter uma queda pela moda dos séculos passados. Poderia ter vergonha de abraçar as pessoas por impulso e gostar de meninos com cabelo grande. Ter muito mais livros do que conseguiria ler, mas nunca ter o suficiente para me sentir bem. Olharia para as coisas do mundo e observaria tudo e todos, a todo tempo, fazendo aquela cara de poucos amigos mas, na verdade, você poderia vir puxar assunto comigo porque a minha primeira reação seria sorrir e ser legal com você. Teria manias idiotas mas bem inusitadas, tipo gostar de uma música do álbum X e ter que baixar esse álbum inteiro porque, afinal, se uma música desse artista é boa, porque as outras não seriam também? Gostaria de bandas desconhecidas e, se um dia eu descobrisse que você também gosta de banda tal, você seria mais um herói pra mim. Olharia para aquele dia nublado, com vento e sem sol, e diria um alegre "Que dia maravilhoso! Parece até que estou na Inglaterra,amo!". Pensaria menos no que as outras pessoas precisam, e mais no que eu consigo, aguento e posso fazer para mim mesma.

Isso tudo realmente poderia acontecer, realmente poderia ser verdade. Mas eu não passo de mais um cabide no armário, escondido de tudo e todos, que só é necessário quando alguém quer pendurar algo em você. Uma folha de papel em branco, esperando para ser preenchida de palavras inspiradoras, fotos maravilhosas e desenhos incríveis que, devido à monotonia e imposição do sistema conspirador atual, só serve para estampar números e contratos que nunca serão assinados. Promessas que nunca serão cumpridas e pessoas que passarão mais fome.

Só mais um tijolo na parede.


Resenha: "Todo Dia", de David Levithan

Então, eu li esse livro. Esse livro lindo, maravilhoso e poético. Esse livro que faz você perceber a importância de ver as pessoas não só por aquilo que eles escolhem te mostrar. Esse livro totalmente imprevisível que você ri, chora e filosofa junto com as personagens. Esse livro que te ensina a aceitar melhor o mundo em que vive e as pessoas ao seu redor.

Todo Dia
Autor:
David Levithan
Editora: Galera Record
Sinopse oficial: Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.

Você consegue imaginar como seria sua vida se, desde seu nascimento, não passasse mais de um dia no mesmo corpo? Ou melhor, se você não tivesse um corpo só para você, e ficasse pulando de vida em vida a cada dia que passasse? Eu não consigo e, David Levithan, você está de parabéns por conseguir.
A história nos apresenta à A, uma "alminha" que já desistiu há muito tempo de tentar encontrar respostas para sua situação. Ele/ela evita se conectar muito com o corpo em que se hospeda cada dia, preferindo acessar suas memórias e passar o dia fazendo o que seria normal para o dono. Ir para a escola, conversar com os amigos, voltar para casa e dormir. Todo dia, a mesma coisa. Até que acorda no corpo de Justin e então toda sua concepção de vida muda.
Justin tem uma namorada, a Rhiannon (Rihanna, é você??) que, de princípio, parece ser uma adolescente normal. Mas A consegue ver muito mais dentro dela do que a própria e, depois de uma tarde juntos, fazendo coisas que Justin nunca faria com sua namorada, o/a protagonista se apaixona por Rhiannon. E, rompendo todas suas regras internas sobre não se envolver com a vida de seus receptáculos (fiquei lembrando das primeiras temporadas de Supernatural, foi só eu? haha!), A não consegue tirar Rhiannon da cabeça e todo dia acorda esperando estar o mais perto possível dela. Ele/ela não consegue se esquecer da sensação de estar perto da menina e de já conhecê-la tão bem, mesmo que tenham se encontrado por apenas algumas horas. 
"Que história é essa sobre o instante em que você se apaixona? Como uma medida tão pequena de tempo pode conter algo tão grande? De repente, percebo porque as pessoas acreditam em déjà vu, por que acreditam em vidas passadas; porque não há meio de fazer com que os anos que passei na Terra sejam capazes de resumir o que estou sentindo. O momento em que você se apaixona parece carregar séculos, gerações atrás de si – tudo isso se reorganizando para que essa interseção precisa e incomum possa acontecer. Em seu coração, em seus ossos, por mais bobo que você saiba que é, você sente que tudo levou a isso, que todas as flechas secretas estavam apontando para este lugar, que o universo e o próprio tempo construíram isso muito tempo atrás, e agora você acaba de perceber que chegou ao local onde sempre deveria ter estado"
 E o que mais me comove nessa história toda é como A tenta explicar para Rhiannon, em meio aos seus encontros ao longo dos dias, como ele sempre será apenas ele, mesmo estando um dia gordo, um dia magro, um dia mulher, um dia homem... Isso me fez pensar sobre vários assuntos e, o principal deles, como as vezes devemos parar e realmente olhar para as pessoas que estão ao nosso redor. Ninguém é realmente tudo aquilo ou só aquilo que está ali na sua frente, todo mundo tem segredos tão profundos que nem eles mesmos conseguem imaginar. Um dia, A era uma menina suicída, sem esperanças nenhuma e que só queria um pouco de atenção das pessoas do seu dia dia. No outro, A era um garoto que recentemente se admitiu homossexual, disse que amava o melhor amigo e, por 10 anos, 10 meses, 10 dias, 10 minutos, 10 segundos, se sentiu no ápice da vida. 
Com tantas histórias diferentes e com tanta bagagem emocional, era de se esperar um livro cheio de filosofias e ensinamentos mas, pasmem, David Levithan consegue deixar tudo claro e fácil para os leitores. As lições de vida estão presentes ao longo da história, ao mesmo tempo em que ouvimos A divagar sobre seus desejos e sentimentos, de uma maneira não chata, at all.
Não sei se vou conseguir passar tudo que esse livro pode te ensinar por essa resenha, até porque é um YA e, nos dias de hoje, não é qualquer livro que desperte o interesse e a curiosidade de todo mundo mas, por favor. Se você estiver querendo uma leitura única, comovente até a alma e super honesta, pegue Todo Dia para ler (até porque ele está super barato no Submarino!). Não é um livro com um romance destruidor, e muito menos vai te dar aquela sensação boa de quando se lê uma aventura mas, se você conseguir entrar de cabeça na história, vai ter uma experiência life-changing.
Bom, pelo menos eu tive.
David Lavithan escreve livros sobre relacionamentos gays, e isso não poderia ser mais genial. Num mundo literário de YA's em que sempre vemos a mesma protagonista cheia de problemas e o mesmo garoto perfeito, que amamos amar, uma história em que o protagonista não é nem homem nem mulher, e vive relacionamentos homossexuais, é só fantástico para a criatividade das pessoas. Ainda mais nessa parte da história real que estamos vivendo, em que vemos debates calorosos (e muitas vezes super preconceituosos) serem feitos por causa de um beijo gay na novela ou então manifestações violentas contra esse tipo de "ato". 
"É uma coisa terrível ser traído pelo próprio corpo. E é solitário, porque você sente que não pode falar sobre isso. Sente que é algo entre você e o corpo. Sente que é uma batalha que você nunca vai vencer...e, ainda assim, luta dia após dia, e isso te desgasta. Mesmo que tente ignorar, a energia que isso consome vai acabar com você. "
 Na minha opinião, o autor tem a barrinha de coragem no verde, igual acontece no The Sims sabe? É preciso mais que amar as pessoas como se não houvesse amanhã. É preciso mais que olhar um casal gay se beijando na rua e virar a cara porque aquilo é "errado" mas, se você dizer o contrário, será tachado de "revolucionário". Gente, não é revolucionário gostar de uma pessoa do mesmo sexo e, mais do que isso, deveria ser uma coisa até normal demais. Você não precisa desviar o rosto, mas também não precisa aceitar. O que você precisa é entender que existem pessoas participantes de uma mesmo sociedade que você, e essas pessoas vão ser diferentes .

Oh no you don't say it!
 E, antes que esse post fique chato e moralista - e antes que vocês conservadores me julguem e me xinguem de todos os nomes-, só quero deixar bem claro que essa foi a minha melhor leitura do ano até agora. Vi muitas pessoas que não gostaram do final do livro, acharam que o autor jogou tudo ali pro fim e por ai ficou, como se quisesse acabar o livro rápido. Mas como sou do contra (as vezes só), eu amei o final. Foi um tipo de encerramento que, realmente, não resolve todos os problemas que acontecem na história mas, de um modo reticente, ele deixa no ar para que você cria o final perfeito em sua cabeça. Funcionou totalmente para mim.
Dê uma chance à Todo Dia e, por algumas horas, dê uma chance às pessoas ao seu redor.

bisous da Gaga pra vcs ;*

Pitangando...

"Tempos difíceis estão por vir, Harry..."
Só essa frase já resumiu esse meu último mês de Fevereiro. Janeiro foi mamão com açúcar. Fiz tanta coisa legal, gastei tanto o meu tempo com coisas criativas e felizes, que nem deu tempo de fazer nada aqui pro blog (ou seja, não deu tempo para fugir pra cá, onde os meus monstros costumam dormir). Mas aí acabou o sol.

Cabô verão, cabo...

Cabô felicidade. E olha que o verão nem é minha estação favorita do ano, passa bem longe disso. Só conseguia soltar um sorriso quando eu estava lendo e algum personagem fazia alguma coisa extrema. Porque meu corpo só reagia aos extremos.
Isso tudo é, na verdade, só uma daquelas minhas confissões aleatórias, quando tem muita coisa guardada na minha cabeça, e eu não consigo me expressar direito. Mas posso dizer que eu estava muito brava, e muito triste, e muito sem esperança, e muito negativa, e com pouca auto estima (não que ela seja lá essas coisas).
E, bem, ainda to assim, rs.
O que tá me salvando mesmo, além dos livros, são as músicas. Hoje, resolvi procurar uma tracklist só com as músicas da fofíssima Mallu Magalhães, simplesmente porque ela bastou essa noite para me acalmar um pouco. Porque teve dias que nenhuma música que tava no meu celular prestava, e eu só queria gritar dentro da van que me leva pra faculdade todos os dias, as 5 horas da manhã. Tudo me lembrava alguma coisa ou alguém, e aí batia aquela depressão (a de verdade, não a figurada).

NÃO AGUENTO MAIS
Eu só queria desaparecer e deixar cair todo esse trem pesadão que está nas minhas costas desde a primeira semana da faculdade. Porque eu descobri que se decepcionar é uma das piores coisas que pode te acontecer, ainda mais quando você estava 100% certa do que queria fazer pro resto da vida.

Quando você espera demais por alguma coisa, e aí não é só pior do que o esperado, é insuportavelmente pior.Quando você faz todos os dias o mesmo caminho, vê as mesmas pessoas e aí tem 100% de certeza que não quer aquilo pra você. Quando essas mesmas pessoas tem a mesma certeza que você tinha há um ano, e continuam felizes com ela.
MAS não vai mudar nada, porque você já se decepcionou um vez. Porque a segunda seria minimamente diferente? Porque achar motivos para seguir em frente e não ficar empacada num momento da vida parece, hoje, uma tarefa impossível?



Só tá me faltando achar um pouquinho de esperança, auto estima, bom humor e aceitação dentro de mim. E todos os sentimentos bons que ficaram lá atrás, no verão. Falta-me pitangar um pouco mais...

Evolução na semana do dia 16 de Junho de 2013

 
Nessa minha vida de pré-vestibular tenho que estudar de tudo.A matéria de hoje foi biologia,e fiz um resumo gigantérrimo sobre evolução,especiação,teorias,etc.Descobri ( ou,pelo menos,relembrei) que surgimos de um indivíduo minúsculo,que nem respirava direito,e fomos sofrendo mutações,seleção natural,até chegar ao que somos hoje: seres humanos racionais,bípedes e com polegares.Realmente,de uma celulazinha sem graça à esse troço grande que anda pelo mundo como se mandasse em tudo,foi uma grande evolução.
O problema,porém,é que paramos aí.O ser humano não evoluía há muito tempo.E não estou falando cientificamente,já que percebe-se o "drible" que damos todos os dias na seleção natural,ao tomar medicamentos e utilizar técnicas avançadas para regular a saúde.Na verdade,até sou meio a favor de passar a perna na natureza porque,vendo por outro lado,ninguém merece sofrer por uma doença sem cura.Já basta o sofrimento psicológico.
O que eu realmente quero dizer é sobra a evolução mental.Quando você deixa pra trás toda a escuridão e entra numa onda iluminista,começa a enxergar que a realidade tá ali na sua frente,pronta pra sofrer críticas a favor dos seus direitos como cidadão,pronta pra ser contestada. E então começa a fazê-lo.
No ápice das revoluções,a imagem é fantástica.Você vê toda aquela gente diferente,todas aquelas roupas e cabelos diferentes do seu,mas com um objetivo igual,em comum.Um grito só.Vocês estão ali lutando pelo o  que seus antepassados conquistaram,lá na Independência.E isso nada mais é do que um retrato da população que acorda e enxerga a realidade da qual eu estava falando.Adquire novos olhos - originais -  e deixa os antigos,doados pelas mídias manipuladoras,pra trás.Jogados no canto do quartinho escuro.
Aí,diante de tudo o que tá acontecendo atualmente nesse país do carnaval e da caipirinha,percebi que não estava tudo perdido.Onde eu moro poderia e está sendo mais que sinônimo de festa o ano todo e mulheres bonitas.Os seres humanos ainda tinham a capacidade de evoluir - aqueles que,por isolamento geográfico,vieram parar aqui no Brasil.E sabe de uma coisa?Não foi uma irradiação adaptativa homóloga e muito menos uma convergência análoga que ocasionou essa mudança radical na sociedade brasileira.
O nome disso é ORDEM.
O nome disso é JUSTIÇA.
O nome disso é HONESTIDADE.
O nome disso é CIDADANIA
E o sobrenome?
Ah...O sobrenome agente ainda não teve resposta do governo.Mas espera só mais um pouquinho,que já deve chegar.Afinal,o gigante - finalmente - acordou.

Nem tudo cai do céu (...)


Que a vida não tá fácil pra ninguém você já sabe.E também sabe que para chegar a algum lugar,não basta só idealizar e esperar que a vida te leve.O jeito é pegar carona com a oportunidade e se esforçar para subir no carro dela,porque nada vem de graça.Na verdade nem injeção na testa é de graça mais.

Coisas que não caem do céu:
1.Notas
2.Chocolate
3.Resoluções para todos os seus problemas
4.Dinheiro
4.5.Dinheiro
5.Pessoas ( a não ser que você seja um anjo)

Coisas que podem cair do céu:

1.Pedras
2.Comida e agua (se você estiver no meio de uma guerra civil)
3.Lixo
3.5.Sacola de plástico
5.Balão de ar quente
6.Aquele padre lá

Coisas que com certeza vão cair do céu:
1.Água


Só que ,as vezes,você também precisa cair do céu.Levar uma queda bem grande,pra perceber de onde você caiu e onde você estava.Isso significa que prestar atenção nas amizades que você faz e também o que você ta fazendo com a sua vida,é importante.Aliás,o segredo todo é não deixar que a gravidade invada seu corpo,e pregar os pés no chão.Sonhar é bom ,sim,inclusive minha vida é baseada nos meus sonhos.Mas o ponto é saber diferenciar o impossível do real.
Ok,eu posso estar sendo 80% hipócrita aqui,afinal,ainda acredito que vou ser conhecida mundialmente,rica e ter um marido romântico e bilionário.Mas pelo menos eu sei onde ta a minha linha dos "limites",aquela que você também deve procurar.
Você pode voar,mas tem que saber cair depois.
Seja Titanium.





PS.: SIM,eu mudei o layout do blog de novo ,kakaka <3

Não há chances de você ver isso mas se você estiver vendo isso me chama no Facebook?




Unfortunately,

Eu devia estar indo dormir.Eu devia estar me preocupando em arranjar tempo na minha agenda para algum tempo a sós,e não apenas o trabalho.Eu devia estar organizando mentalmente a minha roupa de amanhã,pois não teria tempo para pensar nisso quando acordasse.Eu devia estar fazendo qualquer outra coisa,e não ouvindo a mesma maldita música repetidas vezes.
Agora eu já estava suando quente.Quente mesmo; nada frio poderia vir de um corpo que há tanto tempo se inclina ao sentir a presença do outro.Eu estava suando e a janela aberta não funcionava direito,então eu só escutava aquela maldita música e o som de um bairro silencioso na madrugada.
Sim,eu estava certa em me condenar.E não,eu não conseguia aceitar esse fato.Simples e puramente porque você disse uma vez que tinha insônia,e se eu quisesse conversar sobre qualquer coisa no meio da noite,você estaria lá.Mas tudo o que veio ,ou melhor ,que não veio,foi uma despedia.Nem um “boa noite” ? É sério mesmo?
Sem educação emocional,eu me sinto assim.Porque nenhum filme da Disney me disse que seria tão confuso e estranho .Que seria tão frustrante e empolgante desse jeito.Veja só,gostar de quem não gosta de mim.Pra depois olhar para meu lado e encontrar o dono daquele barulhinho chato na cabeça,que te falava para não ser tão bitolado e centrado.
Então acho que eu não posso realmente reclamar de tudo,não é mesmo? Querido você,espero que sejamos daqui pra frente menos tímidos e menos orgulhosos.Menos SkinnyLove e mais Love Story pra gente,mais amor por favor.É isso ai,boa madrugada de segunda para você.

Qualquer semelhança com a vida real pode não ser coincidência


 A maioria de histórias de amor ou qualquer tipo de sentimento em um relacionamento na vida real que eu vejo por ai sempre terminam com uma "lição" de vida ou com um "final" meio traumático.Isso não significa que a sua ou a minha tem que ser assim também.Seu namorado pode não terminar com você amanhã e o menino que você gosta pode sim gostar de você de volta (as vezes do mesmo jeito stalker-paranóico hihi).Seus pais podem ter se conhecido com 12 anos e até hoje estarem juntos,ou eles podem ter se conhecido na faculdade e estarem separados.Nenhuma história é igual e ,por isso mesmo,nenhuma história precisa ter o mesmo final "triste" e/ou "traumatizante". *agora é a hora em que você que está lendo isso sorri de orelha a orelha*
Eu,inspirada por um caso de uma amiga minha,decidi escrever isso aqui no blog por que fiquei completamente confusa com esse negócio de final feliz/triste e etc...Não entra na minha cabeça a situação de acabar de conhecer um cara super legal e já pensar nos momentos ruins ,se ele vai te deixar p* da vida,se vocês nunca vão ser felizes nem por um segundo,se nada de bom vai acontecer no tempo em que vocês ficarem juntos ...E ai vocês terminam,sem nem mesmo terem começado nada.É desestimulante.
Porque ser tão pessimista e negativa?Músicas,por que tão tristes e frustrantes?Taylor Swift realmente nunca irá ser feliz de verdade,nunca vai encontrar um carinha que prefere fazer músicas sem ter que terminar o namoro?Perguntas sem respostas,ouso dizer.
Mas ai "desouso" dizer e vou mais acima da lei universal.NÃO TEM QUE SER RUIM,só se você achar que deve.
[É,a esse ponto do texto ta tudo sem pé nem cabeça,por que eu sempre vomito as palavras e falo tudo sem conexão,mas depois elas acham o caminho de volta e a conclusão fica nítida]
Mas então,vamos propor uma coisa.Na próxima vez emque você botar os olhos naquela pessoa que você quer ter por perto,seja por uma vida inteira ou apenas pelas próximas horas,olhe bem nos olhos dela.De verdade.Olhe por tipo,dez segundos;seca a pessoa até virar uva passa.Quando você perceber que tá chegando naquela linha tênue entre normal/psicótico,você para,dá aquele sorriso bobo de lado ( aquele que todos os escritores amam falar sobre),e desvia o olhar.Isso vai fazer você lembrar desse texto - meio louco - e também de que aquilo ali acontecendo não precisa terminar com choro e ,melhor ,não precisa terminar mesmo.
Só pensa que sempre tem um jeito de contornar a situação ruim e ,como nossa amiguinha Mallu Magalhães já disse,  
"Eu tenho tido a alegria como um dom,em cada canto eu vejo o lado bom"

Boca aberta,lista constrangedora e amor tímido



"Se não tiver certeza do que vai dizer,não diga" . Certo,é isso o que os livrinhos de auto-ajuda e as imagens do tumblr falam pra gente.Mas quer saber de uma coisa? Eu não acredito muito nessa ideia de guardar pra você tudo o que vem à cabeça.
É como se seu inconsciente e você estivessem no meio de uma conversa emblemática:
"Mas como assim eu não posso falar que não concordo com aquilo?" - você pergunta
"Veja bem.Acessando seus arquivos cerebrais encontramos a seguinte função - Nunca dar a sua opinião,a menos que ela seja solicitada" - seu inconsciente responde
Eu sei,eu sei.Muitas pessoas nascem sem essa "função" e acabam falando demais e ferindo os sentimentos e normas e direitos humanos e bla bla bla. Mas em um mundo tão desenvolvido como esse, cheio de internet, globalização, Luana Piovanni e Rafinha Bastos, não é possível que a liberdade de expressão ainda não seja assegurada à todos.
Pra não tornar este um texto moralista sem pé nem cabeça - e como eu tenho um afeto extraordinariamente grande por listas - ,resolvi fazer uma listinha de coisas que já estão quase implorando pra sair pela minha boca.Em outras palavras,a "Lista do que eu sempre quis dizer mas ninguém nunca estava por perto para escutar e espalhar" :

1. Pra começar já no clima de perda total da popularidade (Que?Não sabia que você tinha alguma,Gabriella) , sim,EU já fui em um show do RBD . Foi o primeiro show que fui e GOSTEI MUITO,amei mesmo,de coração,chorei,gritei,caí de bunda e derramei agua na roupa toda,comprei blusa e touca de fã louca e desesperada e cantei todas as músicas junto.E levei meu pai + minha irmã comigo pra assistir.
2. Já tive 25% das paredes do meu quarto poluídas com poster,foto e rabiscos.Ok,até ai tudo bem.Mas o que ninguém esperava ( ou talvez sim né,vai saber o quanto você me conhece) era que essa poluição era estampada por vampiros,lobos,Zac Efron,Fiuk,Robert Pattinson's e Kristen Stewart's gigantes,ídolos teen com cabelo de lado,capas de filmes e livros.Todos eles me encarando à noite. Creepy.
3. Tenho uma caixa que era para ser uma caixa de guardar minha meias,mas fodas as meias.Eu uso ela para guardar papeis antigos,folhetos de lugares onde eu fui, [todas] minhas notinhas de viagens,provas em que tirei notão,provas em que tirei quase zero,objetos que me lembram pessoas e lugares (tipo saquinho de pipoca rs ) e essas coisas todas de menina retardada de 14 anos.
4. Ok,essa é novidade.Quando eu to andando por aí sozinha ,coisa que eu faço muito - não me pergunte o porque - ,se eu vejo alguém bonito,legal,simpático,com a roupa super legal,o tênis colorido,o cabelo diferente;QUALQUER coisa fora do normal,eu simplesmente não consigo evitar de sorrir.Mesmo que seja para mim mesma,e não pra pessoa,que com certeza ia me achar uma maluca do parque.Eu não sei porque sorrio,mas sempre acontece.O pior é quando eles sorriem de volta,ai sim,eu viro um pimentão vermelho e quero me jogar na frente dum carro.
5. Pra finalizar.Odeio quando minha blusa tá curta demais.Odeio quando me reconhecem e não me cumprimentam.Odeio quando tenho que fazer alguma coisa muito importante e esqueço.Odeio ter que ser alta e não poder usar milhões de saltos.Odeio ter que usar salto em festa.Odeio que as pessoas me subestimem e achem que eu sou só aquilo ali que tão vendo.Odeio quando você (e se você - sim você mesmo - estiver lendo isso,você sabe que essa é pra você ) finje que não gosta mais de mim,que não nutre um amor super secreto de romance europeu por mim,que não criou uma pasta no seu desktop com meu nome, que não me stalkeia a madrugada inteira - que é quando eu não fico online - e que não desliga o computador quando eu vou falar com você,pelo simples fato de que você não consegue manter uma conversa normal comigo sem dizer que gosta do meu cabelo.Odeio tudo isso e mais um pouco.

Mas,pra não ficar um post muito chato,termino falando que ninguém deveria ter o direito de permanecer calado.Todo mundo deveria falar o que sente e o que pensa,sem ter medo de ser julgado.E ainda : se algum dia uma menina alta,estranha e de cabelo longo sorrir pra você no meio da rua,sorria de volta.Ela vai querer se atirar na frente do primeiro carro que passar mas,no fundo,vai gostar de ser retribuída.

Chuva, (mais) reclamações,Carpe diem e beija-flores


Essa é a minha terceira tentativa de escrever um post bom pra cá,e espero que seja a última.O barulho da chuva,mesmo sendo um dos sons que eu mais gosto no mundo,esta me impedindo de escutar minha música inspiradora e causando,indiretamente,essa minha dor de garganta horrível.A mudança de clima é pior que tia na menopausa.Tirando o fato de que eu ainda tenho que lavar meu cabelo e zero chances dele secar hoje - sem o secador,que queimou.Além disso,minha paciência pra qualquer coisa esta abaixando ao longo do dia,e ainda tenho zilhões de deveres de casa pra fazer (isso inclui 4 páginas do livro de física + exercícios de química ).
E o dia que tinha tudo pra dar certo,esta acabando em uma tarde chata em que perdi meu tempo tentando baixar UM episódio - sim,isso mesmo,APENAS UM - de The Walking Dead,já que a internet é suficientemente lerda pra cancelar o download assim,do nada,por conta própria.E,como se isso tudo já não fizesse meu dia ficar chato,to numa preguiça sem tamanho,e tá um saco isso tudo.Ah,e também to reclamona pra caramba.
Normalmente,eu não deixo bobagem nenhuma estragar nem um minuto da minha vida porque é como dizem, Carpe diem . Mas parece que o mundo conspirou contra muita gente hoje e ,pra toda vida alheia que eu olho,tem alguém triste/ansioso/com raiva/chateado/mandando o "Carpe diem" pro quinto dos infernos.Bom,ninguém nunca me impediu de sentir isso,essa coisa maçante e que me puxa pra baixo,mas eu simplesmente não me autorizo à fazê-lo.Aproveitar a vida e etc...Só que hoje tá difícil viu.Eu achava que nem meu príncipe Ed Sheeran iria me alegrar.
Então eis que começa a tocar aquela música antiga,do nada,bem no meio do CD que você tava ouvindo.Tipo,bem aleatório mesmo.Como se você estivesse escutando Madonna e então começasse a tocar Sandy e Júnior.
E ai,olhei pra fora da janela,e vi meu beija-flor.Meu beija-flor que há um ano fez um ninho no telhado ,e eu acordava com ele tentando entrar pelo vidro.Vi ele novamente,e um ninho novo,colado com o antigo.Ele estava voando parado no lugar,e ficou assim por uns 10 segundos me olhando - ok,eu não sou tão drogada assim ,então eu tive a impressão que ele estava querendo entrar no meu quarto,e só ,rs.
Então,como o ponto alto do meu dia,talvez o secador volte a funcionar e eu ache outro link - um que preste - pra baixar meu episódio.Talvez amanhã a dor de garganta já tenha ido embora e meus deveres de casa já estejam feitos e estudados,tudo direitinho.
E,talvez,o beija-flor volte ano que vem para,novamente,me colocar pra cima e transformar toda essa preguiça que brilha em minha volta ,pra um tipo de disposição mágica ( além de trazer de volta minha criatividade para fazer posts legais,porque eu sei que esses de reclamações e mimimi já estão enchendo o saco ).
Nesse momento,é só isso que eu quero.

Adaptando-se ao inevitável


De uns tempos pra cá,descobri que sou uma pessoa adaptativa.Depois de escutar esse definição sobre mim,vinda de um professor meu,comecei a analisar.Prestei atenção e continuo atenta ao meu cotidiano e,irrevogavelmente,me adapto bem às situações da minha vida.
Recentemente,estive muito preocupada e ansiosa com minha melhor amiga e seu intercambio de 6 meses na França.Ela iria me privar de risadas e fofocas durante a aula,além da óbvia relação de amizade - sem falar na sua estranha habilidade de ler meus pensamentos.Assim,sendo egoísta e fingindo não me importar,fui me acustumando a não conversar com ela durante as aulas.Deixei pra lá as mensagens e me permiti,apenas no aeroporto,segundos antes dela partir,chorar algumas lágrimas.Hoje,já não sinto que uma parte de mim foi pra Europa curtir com os franceses,como a mãe dela me falou estar sentindo.Claro,ainda nos falamos pela internet,e é sempre muito engraçado.Cada uma querendo falar mais alto por cima da outra,pra contar as novidades.Mas,felizmente para mim,a egoísta,não sinto tanta falta.Não mais.
Também recentemente,fiz duas viagens sozinha,sem meus pais.Somente eu,meus amigos e Deus.E é incrível como você se esquece totalmente da sua vida em casa,quando viaja sozinha.Então me peguei pensativa novamente.Eu me adaptava tanto ao lugar que,já me sentindo parte do cenário,não lembrava mais da outra vida.Como se a paisagem mudasse e eu a estivesse acompanhando.
E agora,refletindo um pouquinho mais,consigo pensar em mais uma dezena de coisas as quais eu me adapto com o passar do tempo.O clima,a roupa da moda,o corte de cabelo,a novela nova que começou segunda-feira e um livro que comecei a ler ontem a noite.A saudade que já esqueci e a minha fama de romântica-pseudo-engraçada-hipster.As mesmas aulas com os mesmos colegas,ano após ano.E o meu irritante jeito de me apaixonar facilmente.Meu celular,e qualquer outro aparelho eletrônico que,em minhas mãos,sempre acaba a bateria,bem na hora em que são mais necessários.
Agente se acustuma com a vida e,mesmo que ela mude de rumo toda hora,é fácil - para mim,pelo menos - a transição e a instalação.É tipo quando você tem que formatar seu computador e não dá pra salvar todas as suas músicas e suas fotos.Você recebe ele de volta com buracos e, daí em diante,vai preenchendo-os,até o dia em que aquilo se torna normal de novo.
É nesse ponto que você percebe se conseguiu se adaptar à nova situação ou não.
Eu sempre percebo.

Ferramentas do Skoob,romântica insaciável,anti-heróis e citações



Recentemente descobri uma coisa no Skoob,os grupos.Funciona como comunidades (sim,tipo aquelas do já falecido Orkut),onde as pessoas entram e começam a opinar e conversar sobre "n" assuntos.
Sinceramente,acho que essa é uma das melhores ferramentas do site.Tenho muita vontade de discutir e xingar o livro todo,quando acabo de ler um,e achar alguém que já tenha lido a história em questão não é uma coisa fácil.Então é sempre bom poder comentar a sua última leitura,nem que seja online e de um jeito frio - sem demonstrar muito a sua felicidade/empolgação,como seria ao vivo.
Não deu outra.Pesquisei meus livros favoritos e fui me inscrevendo em cada grupo,faminta por fóruns de discussão sobre a morte de personagens em Jogos Vorazes, teorias sobre Código DaVinci,entre outros.Até que me deparei com certo grupo chamado "Me apaixono por personagens" ,e foi aí que descobri que sou uma romântica irremediável.
Num dos tópicos, "Frases de seu personagem favorito",encontrei a página na internet que mais me fez derramar lágrimas até hoje.Sim,sou suficientemente drámatica e chorona para me emocionar com citações desde o taciturno e misterioso Mr.Darcy,ao não-tão-homem e brilhante (sim,ainda acho que ele é o personagem mais gay da literatura moderna) Edward Cullen.Descobri,também,meu amor por anti-heróis.Aqueles personagens que tem tudo para ser o vilão,mas acabam mostrando um lado diferente e novo de si mesmo,seja apenas para o leitor,ou também para o outro protagonista (por quem é perdidamente apaixonado/a; ~suspiros~).
Assim,em meio à "você é minha vida agora" e "te amo ardentemente",vi uma Gabriella que ainda não conhecia.Ou talvez sim,mas lutava para não admitir,com medo de que ela grudasse em mim e ficasse de vez.Sim,uma romântica incurável,irreversível e insaciável.Por mais que eu tentasse parecer concreta e fria,esse novo lado meu sempre dava sua opinião e,assim como o leitor enxerga o outro lado do anti-herói,espero aprender à conviver comigo mesma.
É sempre bom se conhecer melhor e saber lidar com isso - mesmo que isso seja uma chorona melodramática e amadora de anti-heróis.Principalmente quando você estiver zapeando pela internet e lembrar de uma citação daquele livro :
"É quase impossível evitar o excesso de amor que um bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo." - Clarice Lispector (ou a Rainha das Citações,como você preferir)

Se apaixonando - acidentalmente



E então você se pega presa em uma rede de mentiras,onde a única afetada é você mesma.Pra facilitar,criaram um verbo pra isso : Se apaixonar.Sim,aquele sentimento que sempre lhe falaram que era ameaçador e ao mesmo tempo maravilhoso;que seu coração reviraria e você ficaria calma e nervosa ao mesmo tempo,ao lado dele.Iria conversar até de madrugada com ele e desviar a atenção da aula para olhar para as nuvens e ficar sonhando acordada.Mas ai você percebe que não é bem assim.
Gostar de alguém pode ser realmente complicado.E não estou falando apenas de ‘gostar’ das mesmas coisas e achar que é a alma gêmea.Estou falando de gostar simplesmente de tudo,até mesmo dos defeitos,e querer sair mudando tudo na pessoa e ,em casos mais extremos,em você mesma.Não se deve mudar, em hipótese nenhuma, por ninguém.Nem amigos,nem namorados,ninguém.
 Mas a questão é quando você acidentalmente se apaixona,ai o buraco é mais em baixo.Você fica constantemente confusa e,ao mesmo tempo que quer sair gritando pro mundo o nome dele,tem medo que alguém saiba desse seu ‘segredo’.Não existe mais essa conversa de ‘ele vai gostar de mim do jeito que eu sou’ ou ‘o céu ta tão azul hoje,que lindo!’ . Tudo o que agente quer é acertar nas piadas e fodas a porra do céu,não vai mudar em nada ele ser azul ou verde.O ‘destruidor de corações’ passa a se tornar sua propriedade particular e ai não tem volta,porque o desespero de perder é maior que o orgulho,que passamos a vida inteiro criando e cultivando como uma plantinha.
E sabemos que tudo o que tem vida,morre um dia.

Quando uma pessoa te irrita

 
O tipo de pessoa que mais me irrita é aquela que faz você se sentir feliz e no dia seguinte,com raiva.Isso porque essa pessoa tem algum tipo de poder de te causar ciúmes por tudo.Quando olha pra tras,quando conversa com alguém,quando some do nada,quando te dá atenção e depois finge que você não existe.
Veja bem,não sou dessas menininhas que ficam lamentando 'ah,como meu nariz é feio' ou 'ah,ninguém me ama,posso morrer?' .Fodas se você é gorda,magra,nariz grande,cabelo duro.No final o que vai importar mesmo é o conteúdo ,não a roupa que você usa ou a maquiagem que você passa.
E isso tudo,de saber ter auto-estima sem que ninguém precise ficar babando em você,é um dos fatores que sobem o nível da pessoa.Porque ninguém aguenta mimimi de gente retardada que só é feliz se tiver chamando atenção.
O que as pessoas tem que aprender é enxergar os outros a sua volta,como eles se sentem e porque mudam de comportamento quando você vai falar com elas.Tem que aprender a enxergar as consequências das suas ações sobre as outras pessoas,aprender a se sensibilizar.
As pessoas tem que se conhecer mais,é disso que elas precisam.

Sonhando Acordada

Essa definição ai em cima demonstra o que muitas vezes ao longo do dia acontece comigo.Sem perceber,já estou sonhando em como será um -possível- intercâmbio que vou fazer depois que passar na UFMG(!que Deus esteja comigo!),em um possível super desconto na minha loja preferida,no dia em que a Forever21 finalmente decidir entregar pro Brasil,no dia em que minha melhor amiga vai perder a timidez e falar tudo o que pensa pro menino lindo da nossa sala,no dia em que eu terei meu carro...
Não sei ao certo se isso é bom ou ruim,mas me dá tanta ansiedade que chega a ser motivador.Na hora de estudar,de viver cada dia como se fosse o último -blergh,clichê até a alma- e essas coisas de adolescente.Só sei que esse ano meus astros(mais conhecidos como intuições) me falam que vou fazer tudo que eu tenho vontade.
Talvez até transformar essa "série de pensamentos agradáveis que te fazem sair da sua vida por 2 minutos" em vida real.Afinal,sonhar acordada é um passo para a realidade.
Arrh,que raiva,odeio terminar com clichês.

Sentimento "X" ~~Acostumando-se ~~

Não sei descrever o quão horrível é se sentir mal em um lugar.Foi meio isso que tava acontecendo comigo.Deixa eu explicar: É que esse ano simplesmente separaram minha turma na escola e cada um foi pra um canto.Ok,agora você está pensando que "não é o fim do mundo" mas ponha-se no meu lugar.Você,sozinha(o) sem seus melhores amigos e,ainda por cima,em uma sala com pessoas que você nunca viu e nem conversou na vida.E nem eles com você.I was freaking out.

 
No primeiro final de semana,teve a 'reunião para discutir sobre a situação',eu e minha melhor amiga.Ela veio aqui pra casa e agente passou a noite conversando sobre cada pessoa,cada aspecto dessa sala nova(isso porque eu obriguei ela a se mudar para a minha sala haha!).Sim,falamos muito mal de muita gente.Até mesmo dos 'gatinhos' (que,na minha opinião,de gato nao têm nada).



Mas ai veio o tempo e mudou completamente tudo.Eu me acostumei com a tal sala nova,com as pessoas novas e aprendi a não olhar para alguém e a estereotipar(credo,que palavra feia!).Até comecei a enchergar os tais 'meninos que valhem a pena prestar atenção' .E,pelo jeito,eles também aprenderam a ser mais humildes e aceitar personalidades novas para o astral da sala.
Principalmente se essa tal Gabriella for uma menina atacada,bipolar,criativa,observadora e tiver a risada mais estranha do mundo.

Sentimento Raiva,*desculpem minha linguagem!*

 
Se eu realmente fosse escrever tudo que eu to sentindo,não ia conseguir.Essa é a verdade.Isso porque sou tão complicada e confusa,que nem eu mesmo me entendo.E outra coisa,não to com paciência pra nada no momento,e só quero deixar claro que ninguém merece certas atitudes na vida.
Tipo quando uma pessoa tem que estar no meio de tudo que você faz.Ou quando te humilham.Ou quando conseguem te fazer sentir uma merda em questão de segundos.
Será que as pessoas ,em algum momento de suas vidas, já consideraram como eu me sinto?Que não tem que ser sempre elas mesmas o assunto de todos os dias?Eu não sou a porra do Tumblr pra ficar ouvindo reclamações e chororos por causa do cachorrinho que morreu ou do namorado que largou.Provavelmente ambos aconteceram por SUA culpa,porque VOCÊ é desse jeito,sempre pensando na porra do seu umbigo.



Odeio a maior parte das pessoas.Todos são sempre iguais.Talvez se provassem que podem ser diferente, eu poderia pensar no caso de continuar a considerar elas como seres racionais.Mas se preferem ser como todo mundo,deita na BR e fica lá ,por favor.


Então,se você também tá com raiva de alguma coisa,quer matar a próxima pessoa que vier falar com você,ou simplesmente não aguenta mais esse tipo de pessoa que não acrescenta nada no mundo,que não tem um objetivo na vida senão pensar em quantas festas vão no fim de semana,olha ai essas imagens.
Talvez assim a raiva suma um pouco(só que não).



*Desculpa a linguagem.É só que as vezes tudo o que agente precisa é falar um palavrão e descontar na internet,para que nenhum desastre aconteça aqui fora. *