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5 amores platônicos famosos #rotaroots

 Quem NUNCA se apaixonou à primeira vista por aquele protagonista do filme da sessão da tarde e, obcecada, obstinada, quis saber tudo sobre a vida dele e se declarava sua namorada oficial? Bom, se você ainda não teve essa experiência, você deve ser uma árvore fazendo fotossíntese (e precisa ver mais televisão a tarde!).
Acho que, como romântica irremediável, minha quantidade de amores platônicos tanto na vida real, quanto nessa vida irreal que a gente finge ter as vezes, é maior que a média mundial. Não me lembro ao certo de todos os Edwards e Harrys por quem me apaixonei à primeira vista, até porque todo dia tem um cara novo e lindo dentro do ônibus, e me é inevitável começar a criar histórias sobre como deve ser sua vida (aham, eu sou uma dessas pessoas estranhas que inventam histórias para as pessoas que estão andando normalmente na rua ou, no caso, estão sentadas num ônibus). Mas me lembro como se fosse ontem direitinho de uma dúzia de amores platônicos famosos que tive/tenho. Lembro que gastei horas em frente ao computador, salvando todas as fotos em que eles estavam apenas maravilhosos, fuçando a vida de cada um para saber o nome dos pais, dos irmãos, todas as namoradas que já teve, quais filmes já fizeram e quais ainda fariam... Em casos mais extremos, cheguei até a decorar entrevistas completas.
E depois ainda falam que ter um ou dois amores platônicos ao ano é saudável ao coração. A sociedade realmente está precisando de uma dose ou duas de realidade.

talvez esse seja o post mais cheio de beleza até agora
 
 Leo DiCaprio - Acho que meu primeiro amor platônico desde sempre foi o Leonardo DiCaprio. Eu tenho essa história engraçada de que, quando tinha 8 anos, minha mãe ganhou o VHS de Titanic e viu comigo numa tarde. Depois desse dia, eu chegava da aula e via o filme de novo. Todos. Os. Dias. Inclusive A cena dos dois dentro do carro. Mas deixa isso pra lá, porque aqui em casa a gente nunca foi de censurar muita coisa, o que explica meu estranho afeto por filmes de terror e suspense (sério, eu amo sentir medo, amo ver a familia tentando expulsar os espíritos, todo mundo morrendo etc...). E, por isso, culpo meus pais e meus avós por me deixar ver tantas vezes Titanic, um drama romântico que me fazia chorar - aos 8 anos de idade - até os créditos. Creio que foi aí que nasceu essa parte de mim muito dramática e a favor do amor, no matter what. Não, tenho 100% de certeza que foi nessa época.

 Christopher Uckermann -  Quando fiz uns 13-14 anos, um bom tempo depois de Titanic, comecei a gostar de Rebelde, aquela novelinha mexicana com os adolescentes dando no meio do corredor da escola e todo mundo achando normal. Ok, não era bem assim. Porém não deixava de ser bem avançado pra uma pré-adolescente. Mas, como eu falava, Rebelde é uma novela mexicana, ou seja, tem drama ação drama romance drama suspense drama e plot twist drama. Drama pra todo lado. E, como se não bastasse meu crescente nível drama da alma, as personagens principais tinham uma banda, e todo mundo ficava com todo mundo. Milhões de ships saltavam da tela, e ninguém podia fazer nada, porque não era a gente que decidia o futuro da novela (mesmo já tendo uns 10 canon). Enfim.
Eu desenvolvi uma atração especial por DyR, Diego e Roberta. Porque ele era o típico menino riquinho criado com vó, e ela a típica menina riquinha criada sem a mãe, que resolve se revoltar contra tudo e todos. Só sei que nada sei e, sempre que os dois brigavam, eu ficava pulando da cadeira para eles se beijarem e...acontecia. Acho que essas eram as fãs mais saudáveis e felizes de toda a novela. Basicamente, minha paixão platônica era por esse casal, mas não vou negar que me imaginei 1001 vezes sendo a Roberta. Sim, o ator não é AQUELAS maravilhas mas, para a Gabriella de 13-14 anos, ele era um príncipe latino.

Ben Barnes - Alguns meses e um show do RBD depois, tive uma leve, rápida porém desastrosa paixão pelo Ben Barnes ou, como muitos devem reconhecê-lo, o Príncipe Caspian, do filme As Crônicas de Nárnia. Por favor né gente, vamos combinar que esse homem falando com sotaque,vestindo aquelas roupas grudadas na pele por causa do mar e com aquele cabelão....... Não dá pra não pensar em você, tá cada vez mais difícil não poder te ver. Depois de um tempo bem pequeno, percebi que aquele era um amor perdido, porque ele já era velho demais MAS galera, ele continua o mesmo, mesmo depois de uns 5 anos. Esse povo de Hollywood, vai saber o que tomam no café da manha né.

 Jared Leto - E por falar em gente que não envelhece...Esse ai tá durando até hoje. É impossível pra mim não ouvir a voz desse homem cantando qualquer coisa, e não dar um ataque. Sério, qualquer coisa que sai da boca dele parece a canção dos anjos e, no final, você vai estar deitada nas nuvens implorando por mais. Deêm mais atenção pro Jared, não só no 30STM, mas também nos filmes em que ele atua. Não é qualquer um que, depois de uns 7 anos sem atuar, ganha milhões de prêmios no primeiro filme que faz (e como ator coadjuvante ainda). Nas minhas épocas de emo/chororô, meio que na transição do Ben Barnes para o próximo da lista, foi o Jared quem me ajudou a sair da fossa de ser uma adolescente perdida para as drogas a normalidade do dia a dia. E tirando que, nem de moicano rosa esse homem fica feio, misericórdia!


Robert Pattinson - No final da 7a série, aconteceu O evento revolucionário na minha vida: Li Crepúsculo. E foi só por conta desse homem inglês que se diz feio. Lembro de ter visto o Robert em Harry Potter e comentado com minha prima - que era a louca de HP - : "Mas como assim colocaram um ator mais bonito que o Daniel e já mataram ele no mesmo filme??Porque??". Hahaha! E então, quando vi que o tal ator ia fazer um filme sobre vampiros foi realmente A notícia da minha vida. Esse foi o amor platônico que mais durou e, admito, dura até hoje. RPattz tem todas as qualidades: ele é inglês e tem o dente torto, não se acha o último biscoito do pacote - mesmo sendo o último biscoito do último pacote do mundo inteiro - , CANTA, (omg, ele canta!!) é engraçado e, como se não fosse o suficiente, namorou com a protagonista do filme para aumentar a audiência e eles acabaram se gostando (pelo menos eu gosto de acreditar que sim). Toda a história Kristen&Robert ainda é seguida por milhões de fãs e, até hoje, tenho chiliques de meninha quando revejo os videos dos dois em premiações. Porque é um dos melhores ships da vida real. Porque eles tentam evitar ao máximo falar sobre a relação deles. Porque eles também não estão nem aí para os jornais. GENTE, eles usam as roupas um do outro!!



Plus: JAWS

Menções super especiais, mais que especiais, porquê eles também merecem:


Robert Langdon - Olha aqui, nem venham me julgar, mas já tive uma leve crush pelo Robert Langdon, aquele professor de Simbologia Religiosa dos livros do Dan Brown. C'mon, o cara é o louco dos símbolos, corre perigo de vida toda hora, resolve os mistérios com sua super memória fotográfica estilo Sherlock Holmes e ainda fica com a garota no final. Tirando que foi um dos primeiros amores platônicos de livros que tive, quando era bem novinha também.

Alex Pettyfer - Sigo esse menino desde Alex Rider Contra o Tempo e ô orgulho. Esse menino só cresce e, cada dia que passa, fica mais talentoso e mais bonito. Qualquer um que viu Magic Mike sabe do que estou falando.

Mr.Darcy - Depois de tudo que vocês leram sobre eu ser romântica e desesperada, precisa de mais alguma explicação? Se você, pobre pessoa descrente no amor, ainda não teve sua quedinha pelo Mr. Darcy, imagina ele andando pelos campos da Inglaterra no amanhecer, vindo em sua direção te encontrar porque ele também não conseguiu pregar os olhos a noite, não conseguia tirar você da cabeça e, mesmo com todos o seu orgulho e preconceito (got it?), ele vai dizer que te ama. Te ama...Te ama. Com esse cabelo ao vento.


Spike - Não preciso falar muito desse também não...Já disse muito nesse post. Fiquem com um gif desse ser maravilhoso que é o Spike.


Ted Mosby - O Ted foi o último amor platônico famoso de que consegui me lembrar... E, por ser o mais atual, me deixa muito ansiosa para escrever sobre ele. Sei lá, acho que todos precisam de um Ted Mosby na vida, seja como amigo, namorado ou colega de trabalho. Ele é uma pessoa comum que, durante a vida, sabe ser imprevisível e nunca desiste de correr atrás daquilo que quer (que, na verdade, acaba sendo só uma namorada que o ame de volta). Não tive balls para assistir os últimos dois episódios de HIMYM, assim vai parecer que nunca acabou, porque também não sei enfrentar despedidas muito bem. Já sei de tudo que acontece na Season Finale, já chinguei muito no twitter e quase fui assassinada por conta dos spoilers, hihi. Mas continuo dizendo: Ted Mosby tá fazendo falta no meu dia a dia.

 Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

Qualquer semelhança com a vida real pode não ser coincidência


 A maioria de histórias de amor ou qualquer tipo de sentimento em um relacionamento na vida real que eu vejo por ai sempre terminam com uma "lição" de vida ou com um "final" meio traumático.Isso não significa que a sua ou a minha tem que ser assim também.Seu namorado pode não terminar com você amanhã e o menino que você gosta pode sim gostar de você de volta (as vezes do mesmo jeito stalker-paranóico hihi).Seus pais podem ter se conhecido com 12 anos e até hoje estarem juntos,ou eles podem ter se conhecido na faculdade e estarem separados.Nenhuma história é igual e ,por isso mesmo,nenhuma história precisa ter o mesmo final "triste" e/ou "traumatizante". *agora é a hora em que você que está lendo isso sorri de orelha a orelha*
Eu,inspirada por um caso de uma amiga minha,decidi escrever isso aqui no blog por que fiquei completamente confusa com esse negócio de final feliz/triste e etc...Não entra na minha cabeça a situação de acabar de conhecer um cara super legal e já pensar nos momentos ruins ,se ele vai te deixar p* da vida,se vocês nunca vão ser felizes nem por um segundo,se nada de bom vai acontecer no tempo em que vocês ficarem juntos ...E ai vocês terminam,sem nem mesmo terem começado nada.É desestimulante.
Porque ser tão pessimista e negativa?Músicas,por que tão tristes e frustrantes?Taylor Swift realmente nunca irá ser feliz de verdade,nunca vai encontrar um carinha que prefere fazer músicas sem ter que terminar o namoro?Perguntas sem respostas,ouso dizer.
Mas ai "desouso" dizer e vou mais acima da lei universal.NÃO TEM QUE SER RUIM,só se você achar que deve.
[É,a esse ponto do texto ta tudo sem pé nem cabeça,por que eu sempre vomito as palavras e falo tudo sem conexão,mas depois elas acham o caminho de volta e a conclusão fica nítida]
Mas então,vamos propor uma coisa.Na próxima vez emque você botar os olhos naquela pessoa que você quer ter por perto,seja por uma vida inteira ou apenas pelas próximas horas,olhe bem nos olhos dela.De verdade.Olhe por tipo,dez segundos;seca a pessoa até virar uva passa.Quando você perceber que tá chegando naquela linha tênue entre normal/psicótico,você para,dá aquele sorriso bobo de lado ( aquele que todos os escritores amam falar sobre),e desvia o olhar.Isso vai fazer você lembrar desse texto - meio louco - e também de que aquilo ali acontecendo não precisa terminar com choro e ,melhor ,não precisa terminar mesmo.
Só pensa que sempre tem um jeito de contornar a situação ruim e ,como nossa amiguinha Mallu Magalhães já disse,  
"Eu tenho tido a alegria como um dom,em cada canto eu vejo o lado bom"

Adaptando-se ao inevitável


De uns tempos pra cá,descobri que sou uma pessoa adaptativa.Depois de escutar esse definição sobre mim,vinda de um professor meu,comecei a analisar.Prestei atenção e continuo atenta ao meu cotidiano e,irrevogavelmente,me adapto bem às situações da minha vida.
Recentemente,estive muito preocupada e ansiosa com minha melhor amiga e seu intercambio de 6 meses na França.Ela iria me privar de risadas e fofocas durante a aula,além da óbvia relação de amizade - sem falar na sua estranha habilidade de ler meus pensamentos.Assim,sendo egoísta e fingindo não me importar,fui me acustumando a não conversar com ela durante as aulas.Deixei pra lá as mensagens e me permiti,apenas no aeroporto,segundos antes dela partir,chorar algumas lágrimas.Hoje,já não sinto que uma parte de mim foi pra Europa curtir com os franceses,como a mãe dela me falou estar sentindo.Claro,ainda nos falamos pela internet,e é sempre muito engraçado.Cada uma querendo falar mais alto por cima da outra,pra contar as novidades.Mas,felizmente para mim,a egoísta,não sinto tanta falta.Não mais.
Também recentemente,fiz duas viagens sozinha,sem meus pais.Somente eu,meus amigos e Deus.E é incrível como você se esquece totalmente da sua vida em casa,quando viaja sozinha.Então me peguei pensativa novamente.Eu me adaptava tanto ao lugar que,já me sentindo parte do cenário,não lembrava mais da outra vida.Como se a paisagem mudasse e eu a estivesse acompanhando.
E agora,refletindo um pouquinho mais,consigo pensar em mais uma dezena de coisas as quais eu me adapto com o passar do tempo.O clima,a roupa da moda,o corte de cabelo,a novela nova que começou segunda-feira e um livro que comecei a ler ontem a noite.A saudade que já esqueci e a minha fama de romântica-pseudo-engraçada-hipster.As mesmas aulas com os mesmos colegas,ano após ano.E o meu irritante jeito de me apaixonar facilmente.Meu celular,e qualquer outro aparelho eletrônico que,em minhas mãos,sempre acaba a bateria,bem na hora em que são mais necessários.
Agente se acustuma com a vida e,mesmo que ela mude de rumo toda hora,é fácil - para mim,pelo menos - a transição e a instalação.É tipo quando você tem que formatar seu computador e não dá pra salvar todas as suas músicas e suas fotos.Você recebe ele de volta com buracos e, daí em diante,vai preenchendo-os,até o dia em que aquilo se torna normal de novo.
É nesse ponto que você percebe se conseguiu se adaptar à nova situação ou não.
Eu sempre percebo.

Ferramentas do Skoob,romântica insaciável,anti-heróis e citações



Recentemente descobri uma coisa no Skoob,os grupos.Funciona como comunidades (sim,tipo aquelas do já falecido Orkut),onde as pessoas entram e começam a opinar e conversar sobre "n" assuntos.
Sinceramente,acho que essa é uma das melhores ferramentas do site.Tenho muita vontade de discutir e xingar o livro todo,quando acabo de ler um,e achar alguém que já tenha lido a história em questão não é uma coisa fácil.Então é sempre bom poder comentar a sua última leitura,nem que seja online e de um jeito frio - sem demonstrar muito a sua felicidade/empolgação,como seria ao vivo.
Não deu outra.Pesquisei meus livros favoritos e fui me inscrevendo em cada grupo,faminta por fóruns de discussão sobre a morte de personagens em Jogos Vorazes, teorias sobre Código DaVinci,entre outros.Até que me deparei com certo grupo chamado "Me apaixono por personagens" ,e foi aí que descobri que sou uma romântica irremediável.
Num dos tópicos, "Frases de seu personagem favorito",encontrei a página na internet que mais me fez derramar lágrimas até hoje.Sim,sou suficientemente drámatica e chorona para me emocionar com citações desde o taciturno e misterioso Mr.Darcy,ao não-tão-homem e brilhante (sim,ainda acho que ele é o personagem mais gay da literatura moderna) Edward Cullen.Descobri,também,meu amor por anti-heróis.Aqueles personagens que tem tudo para ser o vilão,mas acabam mostrando um lado diferente e novo de si mesmo,seja apenas para o leitor,ou também para o outro protagonista (por quem é perdidamente apaixonado/a; ~suspiros~).
Assim,em meio à "você é minha vida agora" e "te amo ardentemente",vi uma Gabriella que ainda não conhecia.Ou talvez sim,mas lutava para não admitir,com medo de que ela grudasse em mim e ficasse de vez.Sim,uma romântica incurável,irreversível e insaciável.Por mais que eu tentasse parecer concreta e fria,esse novo lado meu sempre dava sua opinião e,assim como o leitor enxerga o outro lado do anti-herói,espero aprender à conviver comigo mesma.
É sempre bom se conhecer melhor e saber lidar com isso - mesmo que isso seja uma chorona melodramática e amadora de anti-heróis.Principalmente quando você estiver zapeando pela internet e lembrar de uma citação daquele livro :
"É quase impossível evitar o excesso de amor que um bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo." - Clarice Lispector (ou a Rainha das Citações,como você preferir)